Ocorreu um erro neste gadget

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Raimundos - Ninguém desiste...



No próximo dia 18 de Dezembro, o Raimundos tocará no Kazebre, em São Paulo para a gravação de mais um DVD da banda.

Uma vez, em uma entrevista para a revista Bizz (se não me engano...) o Renato Russo disse que o Raimundos era um sopro para a vida.

Fiquei com aquilo na cabeça, “sopro para a vida”.... Mas que diabos ele quis dizer?

Agora, passado sabe lá quantos anos, entendo bem o que o Renato quis dizer.

Naquele momento, metade dos anos 90, o Raimundos fazia o que todo roqueiro queria fazer, barulho! Eles movimentavam a cena rock n’ roll nacional de uma forma até então nunca vista. A mistura de Ramones, Suicidal Tendecies e Luis Gonzaga acertava em cheio o imaginário popular brasileiro. Não tinha ninguém que não sacasse e gostasse das letras loucas cantadas a velocidade da luz por Rodolfo, que tinha a companhia certeira de Digão, Canisso e Fred.

A fama era inevitável e o desgaste também. Bandas famosas sofrem desse mal, aliás, todo ser humano que passa horas, dias, meses, anos com outros seres humanos fazendo as mesmas coisas todos os dias tem obrigatoriamente um desgaste na relação.

Com o Raimundos não foi diferente.

Após a consagração nacional com o lançamento de “Só No Forévis”, álbum de maior vendagem da banda (850 mil cópias) e do CD/DVD MTV “Ao Vivo Raimundos” (650 mil cópias), Rodolfo, o vocalista e coração da banda desligou-se do grupo por motivos pessoais deixando um vácuo para os outros integrantes preencherem, uma vez que o vocalista era um tremendo frontman.

De lá pra cá muita coisa aconteceu. A banda quase acabou, mais de uma vez. Canisso, baixista, saiu e voltou, Fred, baterista, saiu e não voltou mais. No seu lugar entrou Caio, que bate forte com as baquetas. Marquinho, guitarrista, aliou-se a banda e desde 2001 é presença forte nas seis cordas. Digão, que está na banda desde o começo assumiu corajosamente os vocais e a já pesada guitarra solo para não deixar a peteca cair.

Desde então a banda tornou-se uma devoradora de estradas. Sabendo que os fãs estão por aí, independente se há disco ou não, o Raimundos atravessa o Brasil mostrando que rock n’ roll se faz nos palcos e é lá que encontraremos uma banda afiada, sedenta de vontade e com os pés no chão.

Abaixo você pode ver o clipe da música Jaws, que estará presente no novo disco da banda.

Força Raimundos!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Rock e Escola

Para celebrar a falta de capacidade do nosso governo de elaborar um ENEM decente pelo segundo ano seguido e colocar em dúvida aquilo que era para ser um benefício para a grande maioria em busca de uma educação de qualidade sem ter que desembolsar milhares de reais, selecionei de bate pronto cinco vídeos que tem o rock em um só cenário, a escola.

Parafraseando a nossa sem noção Marta Suplicy, relaxa e goza!

Twisted Sister - I Wanna Rock



The Ramones - Rock N' Roll High School



Van Halen - Hot For Teacher



Deftones - Back To School



Black Tide - Shout

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Clássico do Dia - Midnight From The Inside Out - The Black Crowes

Adoro essa introdução. Música muito boa, ouça bem alto!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Atitude Rock N' Roll

O que é ter uma atitude rock n’ roll?

É quebrar o quarto do hotel?

É comer o máximo de menininhas possível por causa dos seus solos de guitarra?

É pendurar piercings e pintar o corpo todo de tatuagens?

No dia 20 de Outubro de 2010, no Anhembi, em São Paulo, o garoto de 19 anos Otávio Júnior definiu perfeitamente o que é atitude rock n’ roll.

Como já é de costume nos shows do Green Day, o vocalista Billie Joe Armstrong chama para o palco um fã da platéia para cantar uma das músicas da banda. Nesse dia o escolhido foi Otávio, que ensandecido fez uma das performances mais doidas do ano em cima de um palco.

Como ele mesmo disse, foi um momento de possessão em que beijou Billie Joe, roubou uma das baquetas de Tré Cool e, no ápice da glória, levou para casa a guitarra usada por Billie durante a música Longview, do álbum Dookie, de 1994, em que o moleque arrebentou na letra e na presença de palco.

Valeu Otávio, você mostrou que o rock continua vivo e que a atitude, marca registrada dele está em boas mãos.



sábado, 23 de outubro de 2010

Clássico do Dia - Something - Beatles

Sempre adorei essa música, sempre.

Bom final de semana a todos!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O melhor do ano

Já posso votar no melhor clipe e letra do ano?

Simplesmente sensacional!

É a resposta que gostaríamos de dar a todo fora que tomamos, e com estilo!

O clipe está aí e a letra logo abaixo, para acompanhar e cantar bem alto. FUCK YOU! AND FUCK HER TOO!



Fuck You

(Chorus)
I see you driving 'round town
With the girl i love and i'm like,
Fuck you!
Oo, oo, ooo
I guess the change in my pocket
Wasn't enough i'm like,
Fuck you!
And fuck her too!
I said, if i was richer, i'd still be with ya
Ha, now ain't that some shit? (ain't that some shit?)
And although there's pain in my chest
I still wish you the best with a...
Fuck you!
Oo, oo, ooo

Yeah i'm sorry, i can't afford a ferrari,
But that don't mean i can't get you there.
I guess he's an xbox and i'm more atari,
But the way you play your game ain't fair.

I pity the fool that falls in love with you
(oh shit she's a gold digger)
Well
(just thought you should know nigga)
Ooooooh
I've got some news for you
Yeah go run and tell your little boyfriend

(chorus)

Now i know, that i had to borrow,
Beg and steal and lie and cheat.
Trying to keep ya, trying to please ya.
'Cause being in love with you ass ain't cheap.

I pity the fool that falls in love with you
(oh shit she's a gold digger)
Well
(just thought you should know nigga)
Ooooooh
http://www.elyricsworld.com/fuck_you_lyrics_cee-lo_green.html
I've got some news for you
i really hate yo ass right now
(chorus)

Now baby, baby, baby, why d'you wanna wanna hurt me so bad?

(so bad, so bad, so bad)
I tried to tell my mamma but she told me
"this is one for your dad"
(your dad, your dad, your dad)
Uh! Whhhy? Uh! Whhhy? Uh!
Whhhy lady? Oh! I love you oh!
I still love you. Oooh!

(chorus)

Trilha sonora - Eclipse



A trilha sonora de Eclipse, a terceira parte da saga Crepúsculo, protagonizada pelos vampiros mais sem sal da história do cinema e pela heroína mais sem sal e açúcar da história cinema tem tudo a ver com o filme de origem.

É fraca, sem sal, açúcar e dá sono ouvindo a maioria das faixas

Vou direto as coisas boas (sempre encontramos se olharmos atentamente).

Florence and the Machine - Heavy In Your Arms

The Black Keys - Chop And Change

The Dead Weather - Rolling In On A Burning Tire

As faixas acima tem as mesmas qualidades, são ácidas, noturnas e cheias de personalidade.

Quantas partes tem essa saga mesmo? Acaba quando?...

Faixas

1.Metric – Eclipse (All Yours)

2.MUSE - Neutron Star Collision (Love Is Forever)

3.The Bravery – Ours

4.Florence + The Machine – Heavy In Your Arms

5.Sia – My Love

6.Fanfarlo – Atlas

7.The Black Keys – Chop And Change

8.The Dead Weather – Rolling In On A Burning Tire

9.Beck and Bat For Lashes – Let’s Get Lost

10.Vampire Weekend – Jonathan Low

11.UNKLE - With You In My Head (Feat. The Black Angels)

12.Eastern Conference Champions – A Million Miles An Hour

13.Band of Horses – Life On Earth

14.Cee Lo Green – What Part of Forever

15.Howard Shore – Jacob's Theme

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Para quem se importa com críticas


Muitas vezes vemos um filme, ouvimos uma música, jogamos um jogo e temos uma avaliação muito peculiar destes, que diverge de uma maioria, seja para melhor ou para pior.

O site Metacritics levou essa sistemática ao extremo e reuniu, de forma mais do que objetiva todas essas opiniões a respeito de filmes, músicas e jogos para criar um sistema de avaliação de obras para orientar seus possíveis usuários.

Funciona da seguinte maneira, o site reúne a opinião de diversos veículos de informação a respeito de um filme, jogo ou música de um determinado artista. Faz uma média usando uma escala de 0 a 100 com a avaliação dada por esses veículos e com isso chega a um resultado. Para uma melhor avaliação a escala pode ser dividida em verde, amarelo ou vermelho.

Achei interessante, é um caminho para aqueles que muitas vezes sentem um certo “será que é bom” a respeito de determinado conteúdo.

Vale a visita.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Música on line 2

Música on line já foi tema aqui e em outros posts mas vira e mexe alguém me pergunta como faço para ouvir música pela internet, portanto aqui vão alguns dos meus artifícios.

As rádios tradicionais já perceberam o potencial da rede mundial de computadores e disponibilizam a sua programação on-line.

Dessas rádios sigo a Brasil 2000 FM , a Kiss FM e a Cidade Web Rock (que não sei se existe fisicamente, mas o formato é de rádio tradicional).

Um formato mais personalizado é o usado pela LastFM. Já falei sobre esse formato aqui. O diferencial atual é que depois de um tempo você tem que pagar, então...

Curte uns shows ao vivo? Então vá até o Wolfgan’s Vault. Lá você encontrará apenas shows são de artistas das antigas, mas vale a pena a conferida. É só clássicaço!

Você assiste muitos clipes pelo Youtube? Que tal fazer um playlist desses seus vídeos preferidos e colocá-los para tocar um após o outro? É isso que o Streamdrag faz para você.

Uso também o Sonora do portal Terra, mas ultimamente não estou muito atuante para dar explicações mais detalhadas. Mas é uma opção interessante.

Bem, de cabeça esses são meus meios favoritos de ouvir bons sons pela net.

Abraços!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Não aguento mais festivais

"Não agüento mais correr de um palco para o outro vendo shows curtos, em que as bandas parecem perdidas no meio de tantos logotipos.

Não aguento mais ficar de pé por cinco horas no meio de uma multidão.

Não agüento mais áreas vips."


As palavras não são minhas, mas sintetizam meus pensamentos atuais sobre grandes festivais de música.

Leiam

http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/arch2010-09-19_2010-09-25.html

sábado, 18 de setembro de 2010

Rebel Meets Rebel


O heavy metal americano tem muito de música country. Aliás, todo o rock verdadeiramente americano tem um pouco de country em suas origens. É a base do som vindo dos EUA.

Bem, dito isso, antes da precoce morte do fantástico Dimebag Darrel, ele e outros dois integrantes do Pantera, Vinnie, seu irmão baterista e Rex, o baixista, juntaram-se ao cantor porra louca de country David Allan Coe e gravaram o que podemos chamar de álbum country metal. Tanto a banda quanto o álbum tem o mesmo nome REBEL MEETS REBEL.

Ficar aqui divagando sobre o som é uma tremenda besteira. Resumindo em uma frase é como se Willie Nelson estivesse tocando com a banda doc capeta.

Já imaginou Sepultura com Chitãozinho e Xororó? Ai, deu dor de barriga....

http://search.4shared.com/q/BFADAw/1/rebel+meets+rebel


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Clássico do Dia - Peter Frampton - Black Hole Sun

Clássico duas vezes.

Um dos maiores guitarristas de todos os tempos (Frampton), recriando um dos maiores clássicos dos anos 90 (Black Hole Sun - do Soundgarden)

Delícia!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Íbis - O pior time do mundo tem o melhor hino!

Hardcore,

Ai se todos os hinos de futebol fossem assim.

Muito louco!

Sabedoria

As origens da sabedoria

De onde vem a sabedoria? E o que realmente significa o saber?

Ao invocarmos a palavra sabedoria logo nos vem a mente pessoas velhas, quase monges, ermitãos.

Mas o que impede de um jovem ser sábio?

Sua pouca experiência de vida?

Ou a inquietude da idade que se traduz em atos e palavras ao vento, sem objetivo e propósito?

Ou o modo como olhamos as atitudes do jovem, denegrindo e desmotivando qualquer tentativa de mostra do seu saber, da sua experiência adquirida.

Os sábios sentem medo do novo? Do inesperado?

É engraçado como tenho visto diversos músicos antes colocados no pau de arara e que agora estão alçados a condição de gênios, sábios. A música deles continua a mesma, só está mais velha, escaldada pelo tempo.

Geralmente essa distorção de pensamento se dá pela crítica especializada. O público em geral olha com muita precisão o seu artista e dá o crédito corretamente quando sabe da genialidade, mesmo que oculta, do seu mestre.

Ok, nem sempre o gosto do público se traduz em qualidade, mas se olharmos para trás veremos que valores estabelecidos fizeram com que Beatles e Rolling Stones patinassem no início, e a sabedoria rebelde, quase anárquica daquela geração nos trouxe até aqui.

Tudo que nos tira da rotina, que nos força o raciocínio, tem  como poder imediato a nossa repulsa e nos força a criar barreiras que nos distanciem de tal novidade.

Nos resta então abrir a porta do SABER e nos imaginar dentro desse novo mistério, da novidade, do poder que está nos rodeando e que mais no futuro pode ser o velho novo.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Yuto Miyazawa & Ozzy Osbourne - Crazy train

Minha esposa me deu a dica passada no ar pelo titio Marco Antonio.

Fui atrás e me espantei não pela técnica do garoto, temos muitos como ele mundo afora. O que me chamou a atenção é ele dividir o palco com Ozzy e não tremer!  O moleque foi pra cima!

Só a inocência dos seus 9 anos (agora 10) para explicar tamanha confiança.

Divirta-se

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Clutch


A qualidade nem sempre vem acompanhada da quantidade.

Na verdade, a quantidade a maioria das vezes desvirtua a qualidade.

O Clutch não é uma banda de quantidade.

Nunca emplacou no gosto popular, mas mesmo assim, continua nos brindando com ótimas composições, cheias de vigor, inteligência e peso.

Estão juntos desde os anos 90. Flertaram com o sucesso e voltaram ao underground. Não se abateram, continuaram seguindo seu som e com isso ganharam uma massa de fiéis seguidores que levantam a bandeira da banda.

Para apreciar com gosto a banda recomendo um pouco de conhecimento do inglês para acompanhar as letras sempre bem sacadas.

Uma banda de qualidade.

Mais informações,




Um aperitivo

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pato Fu - Música de Brinquedo


Com certeza alguém já fez.

Mas o Pato Fu tem a capacidade de ser original em tudo o que faz, independente do que seja.

Uma grande banda nacional, que por motivos mil ou zero, não faz o sucesso que merece.

Esse disco foi composto todo ele com instrumentos infantis e com brinquedos.

O resultado é fantástico!

Veja a versão para "Live and Let Die"



Essa abaixo é a versão de Primavera



Coisa linda!

http://www.patofu.com.br/

Atualizado...

Show completo

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mike Patton - Mondo Cane



Mike Patton firmou-se na história do rock n’ roll como vocalista da banda Faith No More, que no início dos anos 90 fincou bandeira no estilo rap/ core que seria mais do que copiado anos depois por bandas de norte a sul do planeta.

Sua poderosa e polivalente voz fez de Mike um dos vocalistas mais versáteis da música. Veja bem, da música, não só do rock. Porque Mike Patton não se limitou ao rock, nem ao RAP, nem a heavy metal.

Prova disso é o álbum “Mondo Cane” em que Mr. 1000 voices interpreta canções do pop italiano dos anos 50 e 60. O resultado é soberbo!

Com um italiano perfeito e em nenhum momento parecendo um crooner ou uma brincadeira de mau gosto, Mike desfila sua voz com uma orquestra afinada  de 65 pessoas e trás a nós composições com arranjos belos e bem complexos.

Prova que o tempo vem fazendo bem a esse que já foi o frontman mais louco do rock e que hoje dosa seu talento para projetos cada vez mais ousados e belos.

P.S. A primeira vez que vi Mike foi em cima do palco do Rock in Rio 2, em 1991.... Quem diria!






quarta-feira, 4 de agosto de 2010

The Black Crowes




No meio do grunge dos anos 90 uma banda surgiu fazendo muito barulho, dos bons, e subvertendo a ordem das coisas fazendo um rock clássico, básico, que atingiu em cheio o gosto do público e as paradas de sucesso.

The Black Crowes parecia saído de algum canto dos anos 60/ 70. Na época criticados por serem “imitações baratas” de Rolling Stones e Led Zeppelin, os Crowes mostraram que não era nada disso, apenas beberam na fonte dos mestres e simplesmente seguiram a filosofia paz, amor e rock n’roll dos seus antepassados.

Na estrada desde 1985, a base do Black Crowes são os irmãos Chris e Rich Robinson. Os dois, assim como todos os irmãos, vivem entre amor e brigas, o que já fez a banda desmoronar uma vez. Mas irmãos são irmãos e logo voltaram e tocaram o que sabem fazer de melhor, rock.

O primeiro grande sucesso da banda foi a música Remedy, do álbum “The Southern Harmony and Music Companion” de 1992. Depois disso muitos discos, sucessos, mudança de integrantes, brigas e afins fizeram dessa uma das bandas mais interessantes e ativas dos anos 90.

Vale a dica, The Black Crowes.

http://www.blackcrowes.com/2010/


http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Black_Crowes

The Flaming Lips - The Dark Side Of The Moon


Tem que ser muito foda para mexer num clássico.

Muito mais foda se esse clássico for "The Dark Side Of The Moon" do Pink Floyd.

Mas o The Flaming Lips sempre foram fodásticos e não só mexeram como remexeram nesse disco de 1973 da banda inglesa.

Eles, junto com Stardeath & White Dwarfs e com participação de Henry Rollins e Peaches regravaram todo o The Dark.. E, bem, descubra-se de todo o seu pudor e preconceito, abra a sua mente e delicie-se com a viagem mais do que psicodélica que toda essa galera fez com os arranjos originais. É muito bom!

Você identifica cada música, pois em momento algum se percebe a necessidade de desconstruir e sim de colocar a identidade dos músicos nos clássicos. É como uma homenagem, covers fantásticos, mas com identidade própria.

Um clássico do clássico.






terça-feira, 3 de agosto de 2010

SWU Festival

Dias 09, 10 e 11 de Outubro acontece em Itú o festival SWU e nele estão confirmadas diversas atrações musicais.

Dia 09 tocam Rage Against The Machine e Mutantes (acredito que a produção ainda confirme mais atrações)

Dia 10 é a vez de Kings Of Leon, Dave Matthews Band, Regina Spektor, Sublime Whit Rome, Capital Inicial e Jota Quest.

Dia 11 me deixou intrigado. Teremos Cavalera Conspiracy, Avenged Sevenfold, Incubus, Linkin Park e..... Pixies!

Uma noite praticamente heavy metal com uma banda totalmente indie. Sorte para os Pixies.

Mais informações, aqui

Clássico do Dia - Remedy - The Black Crowes (Acústico)

Rammstein no Brasil




Metal industrial de responsa, letras em alemão, sucesso mundial.

Clipes sempre muito bem produzidos, com temáticas provocativas e sedutoras.

Integrantes saídos de um mundo futurista digno de Mad Max.

Isso é Rammstein.

E eles estarão entre nós.

Dia 30 de Outubro no via funchal.

Abaixo uma seleção de clipes dos caras




Riffs de guitarra

Se você não sabe o que é um riff e quer uma explicação técnica, clique aqui

Ok, já leu, agora imagine um artista compondo. Ele tem aquele som na cabeça, aquela passagem que fica martelando, martelando, que ele não consegue tirar da mente. Aí ele pega sua guitarra, senta e começaa usar toda a sua técnica e emoção para transpor essa idéia fixa da sua cabeça para a suas mãos e conseqüentemente para as cordas da sua guitarra.

De repente ele percebe que criou uma frase marcante, estimulante, que o faz viajar, abrir um sorriso no rosto, balançar o esqueleto.

Isso é um riff de guitarra.

Isso é rock n’ roll.

Muitos riffs de guitarra ficaram marcantes na história do rock, listas e mais listas foram feitas elegendo os mais fodões de todos os tempos. E eu, como adoro listas, criei uma, da minha cabeça, de bate pronto, sem pensar. Dez canções com riffs do caralho que saíram de sopetão. Com certeza muitos ficaram de fora, com certeza essa não é uma opinião definitiva, mas é um começo. E é uma lista de responsa.

Voodoo Chile – Jimi Hendrix 1968

O pai da guitarra rock n’ roll é o mestre compositor desse riff magnânimo, que tem tudo o que uma guitarra rock deve ter. Distorção, wha wha, echo, delay.....

http://www.youtube.com/watch?v=2h2ywNdG45I

http://en.wikipedia.org/wiki/Voodoo_Child_(Slight_Return)


Aqualung – Jethro Tull 1971

O hoje senhor Martin Barre é o dono das guitarras do Tull desde sempre e foi com ele que a banda conseguiu mandar ver nesse clássico, um riff poderoso, que fica na cabeça por dias....

http://www.youtube.com/watch?v=QqZmtq5LhFo&feature=artist


http://en.wikipedia.org/wiki/Aqualung_(song)


http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Barre

Iron Man – Black Sabbath 1971

O mestre dos riffs, o pai do heavy metal. Tommy Iommi merecia um post especial somente para comentar seus riffs, todos clássicos, todos poderosos e cheios de atitude. Difícil escolher um em especial. Clássico

http://www.youtube.com/watch?v=29YzEuHjWlM


http://en.wikipedia.org/wiki/Iron_Man_(song)

Smoke on the Water – Deep Purple 1972

Talvez esse seja o riff dos riffs de guitarra, aquele que todos, quando pequeno e começam a tomar gosto pela barulheira, querem copiar a perfeição.

http://www.youtube.com/watch?v=3z0-dhFEsj8&feature=fvst


http://pt.wikipedia.org/wiki/Smoke_on_the_Water

The Ocean – Led Zeppelin 1973

Existem outros riffs mais famosos do Led, mas esse é suingado ao extremo, cativa a primeira audição. Mestre Page estava mais do que inspirado quando sentou com a sua Lês Paul 1958 para compor essa gema.

http://www.youtube.com/watch?v=mqgyD_yTWCU


http://en.wikipedia.org/wiki/The_Ocean_(Led_Zeppelin_song)

Ain’t Talkin’ Bout Love – Van Halen 1977

Eddie Van Halen foi a maior revolução da guitarra desde Jimi Hendrix. E esse riff aparentemente simples, condensa muito dessa revolução guitarrística. Sensacional!

http://www.youtube.com/watch?v=hNWArv4J4J8&feature=related


http://en.wikipedia.org/wiki/Ain't_Talkin'_'bout_Love

Highway To Hell – AC/DC 1979

Angus Young foi meu primeiro guitar hero. O primeiro que eu olhei e pensei “Como diabos ele faz isso?”. Depois percebi o quanto de simplicidade tinha dentro da sua música e o admirei ainda mais, afinal, é das pequenas coisas que se tiram grandes lições. Crédito também ao seu irmão Malcolm, o maior guitarrista base de todos os tempos.

http://www.youtube.com/watch?v=VT2wKBkpUis


http://en.wikipedia.org/wiki/Highway_to_Hell_(song)

Seek And Destroy – Metallica 1983

Muito pode se falar do Metallica, coisas boas, coisas ruins. Mas um fato é unânime: Os caras sabem construir um bom riff de guitarra. Senhor Hatfield, Senhor Hammer, obrigado por essa pérola.

http://www.youtube.com/watch?v=vkkgYktQkFg


http://en.wikipedia.org/wiki/Kill_'Em_All#Seek_.26_Destroy

Sweet Child O’ Mine – Guns n’ Roses 1988

A banda mais perigosa do planeta. Coisa do passado... Graças a Deus temos riffs como esse, do grande Slash para imortalizar uma banda que sucumbiu as doideiras de seu vocalista megalomaníco. Nota: Izzy Stradlin é o segundo guitarrista base mais fodão do planeta!

http://www.youtube.com/watch?v=P-AYAv0IoWI


http://pt.wikipedia.org/wiki/Sweet_Child_o'_Mine

American Jesus – Bad Religion 1993

Esse riff é muito bom, cheio de atitude e mais um que é de uma simplicidade fora do comum. Ou seja, quanto menos, melhor.

http://www.youtube.com/watch?v=3Oe_Rxt9wB0


http://en.wikipedia.org/wiki/Recipe_for_Hate

É isso aí, tire suas conclusões. Muitos ficaram de fora mas agora é com vocês.

Abraço!

P.S. Se quiser ouvir a seleção, acesse http://www.4shared.com/file/KYVMee57/Riffs.html

terça-feira, 20 de julho de 2010

Steve Winwood


Uma das mais lindas vozes do rock.

Steve Winwood nasceu no dia 12 de Maio de 1948 em Handsworth, Birmingham, Inglaterra. Ainda criança aprendeu a tocar piano, bateria e guitarra e aos oito anos de idade já participava junto com o pai e o irmão de uma banda, a Ron Atkinson Band.

Aos 14 anos Steve juntou-se a Spencer Davis Group e começou a receber elogios e comparações pela sua bela vozr. Dessa fase pode-se colher os sucessos “Gime Some Lovin’” e “I’m a Man” .

Em seguida ao Spencer Davis Group Steve juntou-se a Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason para formar o Traffic. Dessa fase destacam-se os clássicos “Dear Mr. Fantasy” e "Feeling Alright”.

Com o Traffic Steve conheceu Eric Clapton e junto com ele, Ginger Baker e Ric Grech formaram o super grupo Blind Faith que teve vida curta, mas o suficiente para marcar para sempre o mundo da música. Desse período é possível destacar dois dos maiores hinos do rock n´ roll, “Presence of the Lord” e “ Can’t Find My Way Home”.

Do final dos anos 60 ao final dos 70, Steve Winwood tocou com muita gente. É dele o órgão que escutamos em “Whit a Little Help From My Friends” cover dos Beatles que Joe Cocker gravou. Também é dele a participação como Capitão Walker no disco ópera “Tommy” do The Who. Fora isso, depois do Blind Faith Steve juntou-se com os amigos já citados em inúmeros projetos até lançar-se em carreira solo.

De 1977 até 1990, ele lançou discos continuamente e obteve vários sucessos, tanto na Inglaterra como nos EUA. São dessa época as músicas “Arc of Diver”, “Taking Back To The Night” e “Higher Love”. Interessante verificar as influências das décadas nessas músicas. Muito sintetizador e bateria compassados, típicos dos anos 80.

Em 1994 ele juntou-se com o pessoal do Traffic para mais um álbum, “Far From Home”. Ainda se lançou a compor músicas para uma animação, “Balto”, que o consumiu os anos de 1995 e 1996.

Depois disso lançou mais discos solos, o mais recente é “Nine Lives” de 2008. (Não esquecer do obrigatório disco ao vivo com Eric Clapton, “Eric Clapton and Steve Winwood Live From Madison Square Garden”).

Um artista completo, profílico e até hoje pontual na indústria da música e na influência do rock.

Obrigatório!



sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fiona Apple





Em tempos de Amy Winehouse e Lady Gaga, é sempre bom lembrar de cantoras que usam seu dom vocal, apenas, para alcançar seu público.


São muitas, mesmo fora dos holofotes, mas hoje falaremos de uma, Fiona Apple.


Nascida no ano de 1977, essa americana alcançou o sucesso com o lançamento do Álbum “Tidal” de 1996. Quase autobiográfico, o disco relata experiências fortes para uma garota de até então dezenove anos. Estupro, anorexia, desilusões amorosas, tudo isso embalado por um piano constante e uma banda afinada no melhor das tendências, influenciada diretamente pelo Jazz e Blues.


Dona de uma voz poderosa, forte, Fiona cativa pela beleza exuberante e também pela sua performance, quase estática.


A artista ainda tem mais dois álbuns de estúdio, “When The Pawn...” de 1999 e “Extraordinary Machines” de 2005. Ambos bem mais experimentais do que o primeiro.


Cantora de primeira, músicas de qualidade. O que mais é preciso num dia frio e chuvoso como esse? O complemento fica a cargo de vocês... a dica foi dada.


http://www.fiona-apple.com/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Fiona_Apple


http://search.4shared.com/q/AigDAw/1/fiona+apple

Fiona ao vivo no Letterman em 2005



Fiona ao vivo com Elvis Costello em 2007

terça-feira, 13 de julho de 2010

Rush no Brasil - Preço dos ingressos

Salgados como sempre (de 160 a 500 reais), os ingressos começam a ser vendidos dia 21 de Julho. Para clientes Credicard, Citybank e Diners a venda começa dia 14.

Mais informações, clique aqui

Dia Internacional do Rock



Sou meio avesso a datas.

Por isso, não me empolgo quando dizem que hoje é o dia internacional do rock.

OK. Precisamos de uma data para comemorar, mas acredito que cada um tem sua data rock n’roll bem determinada na sua mente.

Eu, por exemplo, tenho várias.

Quando ouvi  “Nevermind” do Nirvana pela primeira vez, ou quando descobri a coleção de discos do meu tio, ou quando meu pai me deu o meu primeiro 3 em 1 e eu fiz questão de tocar um disco horrível dos Stones, “Dirt Work”.

Não acredito que dia 13 de Julho, dia da realização do festival “Live Aid” organizado por Bob Geldof em 1985 seja a data mais representativa para comemorarmos o nosso tão amado rock n’roll.

Talvez se colocassem a primeira gravação de Bill Haley ou de Elvis Presley, algo de valor mais histórico, eu amoleceria.

Todavia a data está aí e ela bem ou mal, dedica um dia para que os holofotes se voltem para aquele que já foi maldito e hoje é um titio, o ROCK N’ROLL

sábado, 10 de julho de 2010

Muse


Quem ouve primeiro disco do Muse, “Showbiz” de 1999 e confunde a banda com o Radiohead não deve tomar bronca pelo erro. A banda de Tom Yorke tem muita influência sobre o trio liderado pelo carismático e virtuose da guitarra Matthew Bellany.

Demorou um pouco para que esse power trio encontra-se o seu próprio caminho, mas hoje podemos claramente discernir o som da banda, uma salada sonora que mistura o pop, o clássico, o heavy, o psicodélico.

As letras sobre vida extraterrestre, ficção científica e afins logo chamou a atenção de milhões de fãs que viram no Muse uma forma de expressar musicalmente o que sentiam.

O grande pulo do gato da banda foi com o lançamento de “Black Hole and Revelations”, disco de 2006 que contém a faixa “Supermassive Black Hole”, que está na trilha sonora do filme Crepúsculo e catapultou a banda para o sucesso fora da Inglaterra (leia-se EUA). Além desse single ainda desse disco podemos destacar “Knights Of Cydonia” faixa presente no jogo “Guitar Hero 2” e a bela “Invincible”.

Muse é uma banda com um guitarrista virtuose, que soube encaixar seu som dentro de uma salada de influências e explorar o pop sem largar mão da qualidade sonora.

Ouça!





quinta-feira, 8 de julho de 2010

Rush no Brasil em 2010 CONFIRMADO!

Vamos direto ao assunto.

Rush no Brasil!!!!!!!!

08 de Outubro em São Paulo (estádio do Morumbi)

10 de Outubro no Rio de Janeiro (Praça da Apoteose)

Veja direto na fonte

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/confirmado-rush-fara-dois-shows-no-brasil-em-outubro/

http://www.rush.com/v4.html

E para quem não se lembra da última passagem da banda por terras tupiniquins....

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Goste de música, não apenas de rock

Credito o meu amor ao rock n’ roll as influências que tive na infância. Pai, tios, primos, amigos. Todos eles grandes admiradores de Hendrix, Stones, Beatles e afins.

Fui crescendo e adquirindo uma personalidade própria, descobrindo as minhas próprias bandas, fazendo amigos sem a necessidade de intermediários. E como todo garoto que está se auto descobrindo, ficando arrogante.

Para mim o rock era tudo, não tinha mais nada na minha alça de mira, nem samba, nem jazz, nem blues. Nem sertanejo, nem RAP, nem eletrônica. O que me seduzia era o rock, e quanto mais pesado melhor.

Hoje, mais velho e escaldado vejo que essa foi a pior fase musical da minha vida (da pré até quase o final da adolescência).

O rock continua sendo a minha referência, a minha paixão. Adoro ouvir um riff daqueles poderosos, um solo animal. Me arrepia a espinha e me deixa mais alucinado do que qualquer droga.

Mas percebo o quanto esse meu preconceito com outros estilos minaram a minha percepção musical. Sim, porque o rock nasceu do blues, que é irmão do jazz, que influenciou a bossa nova, que é parente do samba, que tem na sua levada os sons africanos. Africanos esse que embalados pelas suas alegrias e tristezas criaram o blues e o jazz, que são a semente do rock que ouvimos hoje. De Beatles a Metallica.

Aprendi que posso amar o metal da mesma forma que posso amar Baden Powel e a sua bossa instrumental. Que posso amar os Stones e o eletrônico dos Chemical Brothers. Que posso sacudir o esqueleto ao som do Iron mas também posso sacudir com Michael Jackson.

Os instrumentos são os mesmos, as notas idem.

Mastodon


O metal é o gênero mais crucificado do rock n’ roll por manter-se fiel as suas origens, ter uma gama de fãs incondicionais e muitas vezes bitolados aos seus ídolos.

Por isso sempre é uma grata surpresa ouvir bandas que subvertem esse esquema e, sem deixar de prestar reverência ao estilo, põe uma pitada de novidade no som.

O Mastodon é uma dessas novas bandas que vem sacudindo a poeira da mesmice e levando aos seus já adoradores fãs uma mistura inusitada de trash, stoner, hardcore e psicodélico. Sim, dentro das músicas, com passagens complexas, letras idem, é possível verificar nuances claras de todos esses estilos e ainda uma levada jazz. Com interlúdios instrumentais de cair o queixo, o Mastodon prova que o Metal é coisa de gente grande e crescida.

A banda já tem 7 discos na bagagem e atualmente está em turnê pelos States.

Mais?

Nos links abaixo





Os caras em ação no Letterman

terça-feira, 29 de junho de 2010

Trilha Sonora - Kick Ass



Gostei muito da trilha sonora do filme Kick Ass, a ser lançado no Brasil em breve.

Diferente das trilhas sonoras de filmes adolescentes atuais, cheias de bandas “indie”, essa vem calcada na eletrônica e no rock puro e simples mesmo.

A bagaça já começa em grande estilo com Prodigy sacudindo a casa com “Stand Up”, uma viagem, dançante, metais afinados para alegrar. Nela vemos que a trilha segue a cartilha Tarantino de ser, diálogos no começo da faixa, destacando passagem do filme.

Logo depois, um desconhecido para mim, mas já ídolo na Europa e EUA, Mika encarna o Kick Ass com a faixa título e faz o impossível, um single de respeito que não tem nada a ver com a proposta sangrenta e mal educada do filme. A música tema tinha tudo pra dar errado, mas é ótima. O tal de Mika pode ser tudo, menos burro. Soube usar a oportunidade e fez uma ótima letra e trabalhou bem a levada da música, agradando a gregos e troianos.

E a qualidade só vai subindo, agora é vez do Primal Scream dar as caras com seu rock às vezes de boa, as vezes nervoso, dançante, eletrônico, contagioso. “Can’t Go Back” é a minha faixa predileta. Aqui começa o lado rock do disco, mas mesmo assim sem lançar mão dos sintetizadores e da batida dançante.

Prodigy marca presença de novo na faixa 4 “Omen”, agora frenético e neurótico como já o conhecemos

E assim vamos passeando por faixas ótimas, por exemplo, “Makes Me Wanna Die” do The Pretty Reckless, a minha grata surpresa do disco.  New York Dolls marca presença com a sempre saborosa “We’re All In Love”. O rei Elvis vem com a clássica “An American Trilogy”.

Já as “esquecíveis” marcam presença com “There’s a Pot Brewin” do pessoal do The Little Ones, chatinha e modorrenta, “Banana Splits” do The Dickies  e “Starry Eyed”  de Elle Goulding que achará seu público no meio do pessoal que curte Mika e afins.

Tem mais, mas nada demais....

Em resumo uma trilha que é honrosa e prima por fugir do lugar comum das trilhas que apostam nas “modinhas”.

Abaixo a sequência do CD















E onde você pode encontrá-la.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nowhere boy

Essa dica eu peguei no blog da querida Ana Maria Bahiana

Desde já estou ansioso pelo resultado final...

Veja o trailer.

Rush



Eu tinha uma certa birra do Rush.

Não sei porque.

Talvez por ouvir “Tom Sawyer” um milhão de vezes... Sei lá...

Quem me livrou dessa birra foi uma amiga.

Que tinha todos os discos da banda, importados, diga-se de passagem, ela gostava de afirmar.

Comecei ouvindo “Counterparts”, de 1993. Para muitos um álbum fraco na extensa discografia, mas que me serviu de referência, pois era até então (acho que continua) sendo um dos discos mais pesados do Rush.

Gosto muito desse disco.

Muito mesmo. Sempre que ouço, canto as músicas e as batidas na cabeça e de cor, coisa rara em se tratando de mim, mente fraca...

Depois desse “aperitivo”, comecei a degustar os clássicos.
Fly by Night (1975), “Caress of Steel (1975), “2112 (1976),  “A Farewell to Kings (1977) e por aí vai….

E fui percebendo que era uma tremenda birra mesmo que eu tinha, sabe-se lá com o que, pois a cada álbum que eu ouvia, ia descobrindo preciosidades e cada vez mais, me deliciando com as letras e principalmente com a técnica de Geddy, Neil e Alex. Músicos fantásticos a serviço do rock.

“Counterparts” continua sendo o meu preferido. Acho que pela maneira que me pegou despercebido, sempre me lembro com carinho da época em que o ouvi pela primeira vez. E o disco é ROCK assim mesmo, em Caps Lock!

Para quem quer começar a ouvir o Rush, sugiro o “Rush In Rio”, que trás os clássicos, tocados ao vivo e em uma apresentação fantástica do Rio de Janeiro.

Para o “Counterparts”, clique aqui.

E para saber mais do Rush, aqui

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Slipknot


A primeira música que ouvi do Slipknot foi Spit It Out. Confesso que não me empolguei muito. Vendo o clipe me empolguei menos ainda. Um bando de mascarados, em um videoclipe tributo ao filme “O Iluminado”, sei lá.... Deixei quieto.

Tempos depois encontrei uma resenha do segundo disco dos caras, intitulado “Iowa”. O texto falava muito bem do disco, destacando o peso e a originalidade do som.

Fui atrás e recebi um tapa na orelha! Realmente o peso tomava conta de todos os espaços reservados ao som. Não encontrei toda a originalidade que o crítico havia ressaltado, mas realmente havia algo a mais naquela banda de mascarados que pareciam ter saído de um conto de horror.

Esse continua sendo até hoje meu disco favorito do Slipknot. Uma banda com claras influências do som do nosso Sepultura, afinal, que outra banda de metal usa percussão no seu som? É nítida a influência do disco Roots em todo o trabalho dos metaleiros mascarados.

Depois de Iowa, com o território devidamente demarcado, o Slipknot lança seu terceiro trabalho, Vol. 3: The Subliminal Verses, que mantém o som característico da banda e ajuda a angariar mais fãs para a lunática e já mundialmente seita de adoradores dos 9 mascarados.

Em 2008 chega as lojas All Hope is Gone, quatro e até agora mais recente trabalho da banda, que vendeu muito bem, mas não é tão bom como os dois precedentes.

Nota triste no presente da banda é o falecimento do seu baixista e um dos fundadores do Slipknot, Paul Gray. Ainda é indefinida a causa da morte do músico, e os integrantes tiraram as máscaras em uma emocionada conferência de imprensa em homenagem ao amigo.

Mais Slipknot nos links abaixo