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terça-feira, 20 de julho de 2010

Steve Winwood


Uma das mais lindas vozes do rock.

Steve Winwood nasceu no dia 12 de Maio de 1948 em Handsworth, Birmingham, Inglaterra. Ainda criança aprendeu a tocar piano, bateria e guitarra e aos oito anos de idade já participava junto com o pai e o irmão de uma banda, a Ron Atkinson Band.

Aos 14 anos Steve juntou-se a Spencer Davis Group e começou a receber elogios e comparações pela sua bela vozr. Dessa fase pode-se colher os sucessos “Gime Some Lovin’” e “I’m a Man” .

Em seguida ao Spencer Davis Group Steve juntou-se a Jim Capaldi, Chris Wood e Dave Mason para formar o Traffic. Dessa fase destacam-se os clássicos “Dear Mr. Fantasy” e "Feeling Alright”.

Com o Traffic Steve conheceu Eric Clapton e junto com ele, Ginger Baker e Ric Grech formaram o super grupo Blind Faith que teve vida curta, mas o suficiente para marcar para sempre o mundo da música. Desse período é possível destacar dois dos maiores hinos do rock n´ roll, “Presence of the Lord” e “ Can’t Find My Way Home”.

Do final dos anos 60 ao final dos 70, Steve Winwood tocou com muita gente. É dele o órgão que escutamos em “Whit a Little Help From My Friends” cover dos Beatles que Joe Cocker gravou. Também é dele a participação como Capitão Walker no disco ópera “Tommy” do The Who. Fora isso, depois do Blind Faith Steve juntou-se com os amigos já citados em inúmeros projetos até lançar-se em carreira solo.

De 1977 até 1990, ele lançou discos continuamente e obteve vários sucessos, tanto na Inglaterra como nos EUA. São dessa época as músicas “Arc of Diver”, “Taking Back To The Night” e “Higher Love”. Interessante verificar as influências das décadas nessas músicas. Muito sintetizador e bateria compassados, típicos dos anos 80.

Em 1994 ele juntou-se com o pessoal do Traffic para mais um álbum, “Far From Home”. Ainda se lançou a compor músicas para uma animação, “Balto”, que o consumiu os anos de 1995 e 1996.

Depois disso lançou mais discos solos, o mais recente é “Nine Lives” de 2008. (Não esquecer do obrigatório disco ao vivo com Eric Clapton, “Eric Clapton and Steve Winwood Live From Madison Square Garden”).

Um artista completo, profílico e até hoje pontual na indústria da música e na influência do rock.

Obrigatório!



sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fiona Apple





Em tempos de Amy Winehouse e Lady Gaga, é sempre bom lembrar de cantoras que usam seu dom vocal, apenas, para alcançar seu público.


São muitas, mesmo fora dos holofotes, mas hoje falaremos de uma, Fiona Apple.


Nascida no ano de 1977, essa americana alcançou o sucesso com o lançamento do Álbum “Tidal” de 1996. Quase autobiográfico, o disco relata experiências fortes para uma garota de até então dezenove anos. Estupro, anorexia, desilusões amorosas, tudo isso embalado por um piano constante e uma banda afinada no melhor das tendências, influenciada diretamente pelo Jazz e Blues.


Dona de uma voz poderosa, forte, Fiona cativa pela beleza exuberante e também pela sua performance, quase estática.


A artista ainda tem mais dois álbuns de estúdio, “When The Pawn...” de 1999 e “Extraordinary Machines” de 2005. Ambos bem mais experimentais do que o primeiro.


Cantora de primeira, músicas de qualidade. O que mais é preciso num dia frio e chuvoso como esse? O complemento fica a cargo de vocês... a dica foi dada.


http://www.fiona-apple.com/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Fiona_Apple


http://search.4shared.com/q/AigDAw/1/fiona+apple

Fiona ao vivo no Letterman em 2005



Fiona ao vivo com Elvis Costello em 2007

terça-feira, 13 de julho de 2010

Rush no Brasil - Preço dos ingressos

Salgados como sempre (de 160 a 500 reais), os ingressos começam a ser vendidos dia 21 de Julho. Para clientes Credicard, Citybank e Diners a venda começa dia 14.

Mais informações, clique aqui

Dia Internacional do Rock



Sou meio avesso a datas.

Por isso, não me empolgo quando dizem que hoje é o dia internacional do rock.

OK. Precisamos de uma data para comemorar, mas acredito que cada um tem sua data rock n’roll bem determinada na sua mente.

Eu, por exemplo, tenho várias.

Quando ouvi  “Nevermind” do Nirvana pela primeira vez, ou quando descobri a coleção de discos do meu tio, ou quando meu pai me deu o meu primeiro 3 em 1 e eu fiz questão de tocar um disco horrível dos Stones, “Dirt Work”.

Não acredito que dia 13 de Julho, dia da realização do festival “Live Aid” organizado por Bob Geldof em 1985 seja a data mais representativa para comemorarmos o nosso tão amado rock n’roll.

Talvez se colocassem a primeira gravação de Bill Haley ou de Elvis Presley, algo de valor mais histórico, eu amoleceria.

Todavia a data está aí e ela bem ou mal, dedica um dia para que os holofotes se voltem para aquele que já foi maldito e hoje é um titio, o ROCK N’ROLL

sábado, 10 de julho de 2010

Muse


Quem ouve primeiro disco do Muse, “Showbiz” de 1999 e confunde a banda com o Radiohead não deve tomar bronca pelo erro. A banda de Tom Yorke tem muita influência sobre o trio liderado pelo carismático e virtuose da guitarra Matthew Bellany.

Demorou um pouco para que esse power trio encontra-se o seu próprio caminho, mas hoje podemos claramente discernir o som da banda, uma salada sonora que mistura o pop, o clássico, o heavy, o psicodélico.

As letras sobre vida extraterrestre, ficção científica e afins logo chamou a atenção de milhões de fãs que viram no Muse uma forma de expressar musicalmente o que sentiam.

O grande pulo do gato da banda foi com o lançamento de “Black Hole and Revelations”, disco de 2006 que contém a faixa “Supermassive Black Hole”, que está na trilha sonora do filme Crepúsculo e catapultou a banda para o sucesso fora da Inglaterra (leia-se EUA). Além desse single ainda desse disco podemos destacar “Knights Of Cydonia” faixa presente no jogo “Guitar Hero 2” e a bela “Invincible”.

Muse é uma banda com um guitarrista virtuose, que soube encaixar seu som dentro de uma salada de influências e explorar o pop sem largar mão da qualidade sonora.

Ouça!





quinta-feira, 8 de julho de 2010

Rush no Brasil em 2010 CONFIRMADO!

Vamos direto ao assunto.

Rush no Brasil!!!!!!!!

08 de Outubro em São Paulo (estádio do Morumbi)

10 de Outubro no Rio de Janeiro (Praça da Apoteose)

Veja direto na fonte

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/confirmado-rush-fara-dois-shows-no-brasil-em-outubro/

http://www.rush.com/v4.html

E para quem não se lembra da última passagem da banda por terras tupiniquins....

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Goste de música, não apenas de rock

Credito o meu amor ao rock n’ roll as influências que tive na infância. Pai, tios, primos, amigos. Todos eles grandes admiradores de Hendrix, Stones, Beatles e afins.

Fui crescendo e adquirindo uma personalidade própria, descobrindo as minhas próprias bandas, fazendo amigos sem a necessidade de intermediários. E como todo garoto que está se auto descobrindo, ficando arrogante.

Para mim o rock era tudo, não tinha mais nada na minha alça de mira, nem samba, nem jazz, nem blues. Nem sertanejo, nem RAP, nem eletrônica. O que me seduzia era o rock, e quanto mais pesado melhor.

Hoje, mais velho e escaldado vejo que essa foi a pior fase musical da minha vida (da pré até quase o final da adolescência).

O rock continua sendo a minha referência, a minha paixão. Adoro ouvir um riff daqueles poderosos, um solo animal. Me arrepia a espinha e me deixa mais alucinado do que qualquer droga.

Mas percebo o quanto esse meu preconceito com outros estilos minaram a minha percepção musical. Sim, porque o rock nasceu do blues, que é irmão do jazz, que influenciou a bossa nova, que é parente do samba, que tem na sua levada os sons africanos. Africanos esse que embalados pelas suas alegrias e tristezas criaram o blues e o jazz, que são a semente do rock que ouvimos hoje. De Beatles a Metallica.

Aprendi que posso amar o metal da mesma forma que posso amar Baden Powel e a sua bossa instrumental. Que posso amar os Stones e o eletrônico dos Chemical Brothers. Que posso sacudir o esqueleto ao som do Iron mas também posso sacudir com Michael Jackson.

Os instrumentos são os mesmos, as notas idem.

Mastodon


O metal é o gênero mais crucificado do rock n’ roll por manter-se fiel as suas origens, ter uma gama de fãs incondicionais e muitas vezes bitolados aos seus ídolos.

Por isso sempre é uma grata surpresa ouvir bandas que subvertem esse esquema e, sem deixar de prestar reverência ao estilo, põe uma pitada de novidade no som.

O Mastodon é uma dessas novas bandas que vem sacudindo a poeira da mesmice e levando aos seus já adoradores fãs uma mistura inusitada de trash, stoner, hardcore e psicodélico. Sim, dentro das músicas, com passagens complexas, letras idem, é possível verificar nuances claras de todos esses estilos e ainda uma levada jazz. Com interlúdios instrumentais de cair o queixo, o Mastodon prova que o Metal é coisa de gente grande e crescida.

A banda já tem 7 discos na bagagem e atualmente está em turnê pelos States.

Mais?

Nos links abaixo





Os caras em ação no Letterman