Ocorreu um erro neste gadget

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010!!!

Feliz 2010 para todos os visitantes, amigos, parentes e familiares.

Espero que 2009 tenha sido bom para todos e que 2010 seja ainda melhor!!!

Abraços e Beijos!!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Música on line

A indústria tem rebolado para reverter o irreversível. O download de músicas pela net.

Acredito em alternativas. E acredito em qualidade também. Já escrevi sobre isso aqui. http://blogarorock.blogspot.com/2008/12/music-junkie.html

Usava o Lastfm. Começaram a querer me cobrar, pulei fora.

A conexão com a internet melhorou, comecei a buscar alternativas para saciar minha fome por novidades e garimpar coisas antigas, pois as rádios aqui em Sampa até que são legais (Kiss FM e Brasil 2000 FM), mas estão longe de ser referência em garimpo e novidades.

Há algumas semanas estou usando o sonora do Terra http://sonora.terra.com.br . Não chega a ser unanimidade, mas até agora consigo ouvir álbuns inteiros sem problemas e o melhor, sem cobrança!. Não encontro tudo que quero, mas até aí beleza. Vamos ver até onde isso vai dar...

Garimpando pela WWW você consegue encontrar diversas rádios mundo afora com conteúdo on line.

Nacional você vai até http://www.radios.com.br/

Norte Americanas clique em http://www.usliveradio.com/

Mundo afora um exemplo pode ser http://www.mikesradioworld.com/

Esses são apenas exemplos. Uma fuçada mais profissional e você vai encontrar alternativas muito boas por aí.

Como escrevi no post de 2008 continuo amando os encartes dos cds e lps, a arte gráfica e tal. Mas a velocidade de informação torna inviável a compra de todos esses materiais então, é bom saber que, quando eu quiser ouvir tal artista, terei um lugar seguro para ir e ouvi-lo, sem custos adicionais (porque só de estar on line já me é um custo!).

Abraço!

Robin Trower


Para mim, mais importante do que a velocidade que um guitarrista imprime na escala da sua guitarra é o feeling que ele consegue imprimir e a mensagem que consegue transpor.

Independente de você ser um músico ou não, a guitarra tem que se apossar de você naqueles minutos em que o guitarrista a domina e faz dela seu instrumento de transposição de sentimentos.

Nesse sentido Robin Trower é mestre!

Nascido em 1945 esse inglês de Catford cativa pela excelência técnica, pelo punch, pelo feeling e por levar ao longo desses anos petardos guitarrísticos de blues, rock e afins para milhões de fiéis em busca de qualidade sonora dentro do rock n’ roll.

Sua primeira banda chama-se Paramount, mas foi com o Procol Harum que ele ganhou fama internacional. Discípulo direto de Hendrix (sua técnica chama atenção exatamente por isso) Robin saiu em carreira solo e consolidou-se como tal. Mas nunca esqueceu da Procol, de 1971 a 1991 nada da banda com o nome de Robin foi lançado mas, de 1991 a 1995 foram lançados dois trabalhos.

Participou de diversos álbuns gigantes do rock como Jack Bruce (Cream) e Brian Ferry (Roxy Music).

Dono de um modo de tocar em que se evidencia a qualidade na audição de todas as notas, independente do drive, seu som é contagiante e emocionante.

Robin com a Paramount



Robin com o Procol Harum




Robin com Jack Bruce (Lindo!)



Robin solo em 1975



Robin solo, dias atuais....





Como visto, a técnica só melhorou. O Feeling é o mesmo.

Drogas pra quê? Mais alucinógeno que isso é impossível!!

Mais info acessem:

http://www.blogger.com/goog_1268081803660


http://en.wikipedia.org/wiki/Robin_Trower

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A song for a son



A song for a son é o novo single do Smashing Pumpkins (aka Billy Corgan).

A música é muito bonita e está disponível no site da banda (abaixo)

http://www.smashingpumpkins.com/

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Foo Fighters - Greatest Hits



A qualidade musical do Foo Fighters é indiscutível. Negar isso seria atirar contra meu próprio peito. A banda tem muito apelo pop sem largar o cetro do rock n’ roll.

Mas é fato também que a banda tem uma obra bem irregular. Discos como o primeiro, homônimo, ou o segundo “The Colour and the Shape” são exceções carregadas de hits e músicas bem alocadas dentro em um trabalho como um todo. No geral os discos são bem fragmentados e perdem o ritmo ao longo da execução

Por isso uma coletânea agora é muita bem vinda. “Foo Fighters – Greatest Hits” tem tudo o que um desconhecido da banda, um apenas admirador, ou um fã ardoroso precisa. Hits enfileirados e cheios de energia para saciar a vontade de qualquer louco por Foo. E o mais importante, a peteca não cai em nenhum momento do disco.

O disco trás tudo o que a banda fez de bom ao longo desses anos e álbuns lançados. Não tem uma música chata!!; Nada é descartável. Tiro certeiro!!.

Um dado interessante é que das dezesseis faixas, apenas duas (“This is a Call” e “Word Forward”) não tem um videoclipe de estúdio, marca registrada da banda e ponto alto de muitas de suas músicas como, por exemplo, a fantástica “Everlong” de Michel Gondry e a emocionante “My Hero” dirigido pelo próprio Dave Grohl.

A seqüência das músicas você pode encontrar no endereço abaixo, site da banda.

http://www.foofighters.com/us/music/greatest-hits



E se ficou curioso em ver ou rever os fantásticos e hilariantes videoclipes da banda, acesse:

http://foofightersbr.com/?page_id=101



Até

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Site trilhas sonoras




Trilhas sonoras de filmes podem ser tão boas e às vezes até melhores do que os filmes em questão.

O site trilhas sonoras é uma boa dica para quem está garimpando aquela trilha que valeu tanto ou mais do que o ingresso do filme.

http://www.trilhassonoras.com/

Supersuckers não vem mais

Já ouviu supersuckers?

Não?

Então primeiro dê uma checada.



Bom né?

Pois é, os caras estavam de malas prontas para desembarcar no Brasil mas um problema nos vistos deixaram os fãs brazucas na mão.

Pela reportagem achei que os caras da banda poderiam ter um pouco mais de força de vontade, mas preferiram voltar para L.A. e curtir o feriado com a família.

O link da reporatgem tá aqui http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/11/24/the-supersuckers-cancela-shows-no-brasil-por-problemas-com-passaporte.jhtm

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Kasabian


Fiquei muito curioso para saber o que era o Kasabian.

Após ouvir os discos e ver algumas apresentações da banda pela TV e/ou pela Net cheguei a uma conclusão. Os caras são tudo que o rock britânico produziu dos anos 80 para cá. Anos 80 não, Início dos 90 em diante.

Ouvindo a banda você rapidamente lembra de: Stone Roses, Blur, Oasis, Charlatans UK, Pulp, Suede, e por aí vai.

O novo disco da banda, “West Ryder Pauper Lunatic Asylum” é um apunhado dessas influências. Mas o que era para ser, no mínimo um resumo de boas influências tornou-se uma chatice sem personalidade.

A banda começa bem com “Underdog” e “Why Did All The Love Go” mas o gás acaba por aí. De “Swarfiga” em diante a peteca cai. Ameaça levantar com a também boa “Fire” mas aí o jogo já está perdido.

E o Kasabian vai levando o jogo em banho Maria, acertando aqui e ali e fazendo-nos esperar um “The Best of”.

Gov't Mule - By a Thread


Gov’t Mule novo na área!

By a Thread, novo lançamento da banda liderada pelo fantástico guitarrista Warren Haynes vem recheado do que já conhecemos bem. Southern Rock, Blues Rock, Fusion e o que mais se enquadrar com a mente e a habilidade de Mr. Haynes e camaradas.

Esse disco é um pouco mais voltado as origens uma vez que o último lançamento de estúdio , High And Mighty, de 2006, era muito mais radiofônico do que a maioria dos trabalhos da banda até então. Isso provocou a ira dos mais puristas, mas agregou muito mais fãs a cartela dos aficcionados pelos timbres precisos de guitarra, pela bateria monstro e pelo baixo cortante do Gov’t Mule.

Para mim, está tudo como sempre foi.

Perfeito

Enjoy it!

Trilha

Trilha para o final de semana

Com base no que andei ouvindo essa semana, aconselho a seguinte trilha sonora para esses dois dias de folga a vir...

01. Black Drawing Chalks – My Favorite Way
02. Frank Zappa – Willie The Pimp
03. Gov’t Mule – Inside Outside Woman Blues 3
04. Kasabian – Underdog
05. Macaco Bong – Amendoim
06. The Last Shadown Puppets – Standing Next To Me
07. Them Crooked Vultures – Scumbag Blues

Tem para todos os gostos. Stoner, Rock/ Fusion, Blues/ Rock, Britpop e por aí vai…

Abraço!

Them Crooked Vultures – O álbum


1. No One Loves Me & Neither Do I
2. Mind Eraser, No Chaser
3. New Fang
4. Dead End Friends
5. Elephants
6. Scumbag Blues
7. Bandoliers
8. Reptiles
9. Interlude With Ludes
10. Warsaw Or The First Breath You Take After You Give Up
11. Caligulove
12. Gunman
13. Spinning In Daffodils

A primeira faixa “No One Loves Me & Neither Do I” é Queens of the Stone Age TOTAL. Talvez pelo timbre de voz de Josh Homme, pela afinação das guitarras ou talvez pelos dois.

“Mind Eraser, No Chaser” já tem uma mistura de Foo com Queens. O backing vocal de Dave Grohl e as guitarras mais rock/ pop ditam essa segunda faixa.

Com “New Fang” a banda começa a mostrar a sua particularidade e personalidade própria. Batida cadenciada, o baixo de Mr. John Paul Jones marcando o passo com precisão e Josh deixando a voz menos carregada com o timbre que já conhecemos bem nos faz pensar que realmente essa é uma banda nova, e das boas!!

O resto do disco segue com a mesma pegada. Instrumental impecável, o clássico do rock encontrando o novo rock. “Scumbag Blues” é o exemplo perfeito que alia todas essas características e qualidades.

A banda não é impressionante como as bandas dos seus integrantes. O que o Led Zeppelin criou nunca será superado, o que o Foo Fighters conseguiu assim como o Queens of The Stone Age para um mercado em decadência como está o fonográfico é de se bater palmas. Them Crooked Vultures chega para nos mostrar que ainda é possível fazer música com cérebro e ainda sim tocar na rádio.

Parabéns rapazes.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Benett

A charge abaixo está no blog do benett. Passei lá e encontrei outras pérolas. Visitem:

http://chargesdobenett.zip.net/

Ela foi expulsa

A aluna Geisy Arruda da Universidade Bandeirante (Uniban) foi expulsa depois do barraco que deu sua ida a faculdade com um vestido curto.

Polêmicas a parte achei essa charge na net. Ela fala por si só.

Charge by Benett

Lenny é cool

Chame ele do que quiserem, podem dizer que ele não é rock nem funk, nem preto nem branco, sem sal nem açucar, mas uma coisa Lenny Kravitz é: COOL.

Escute “ It Ain't Over 'Til It's Over”. Se, ao final você sentir-se ao menos um pouco mais fodão, isso significa que Lenny fez seu trabalho.

Não tenho a discografia toda do cara, nem dou muita bola para o trabalho dele, mas sempre que estou meio down, ponho pra rolar um track list que montei somente com as “mais tocadas” de Mr. Kravitz e tudo parece ficar mais fácil.

Lenny is cool, feel it!

01 – Mr. Cab Driver
02 – Blues For Sister Someone
03 – Aways On The Run
04 - It Ain't Over 'Til It's Over
05 – Are You Gonna Go My Way
06 – Rock N’ Roll Is Dead
07 – Can’t Get You Off My Mind
08 – I Belong To You
09 – Fly Away
10 – American Woman
11 – Again
12 – Stillness Of Heart
13 – Dig In
14 – California
15 – Where Are You Running
16 – I’ll Be Waiting
17 – Dancin’ Til Dawn

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Top 10 Discos (Da minha vida)

Essa lista é baseada em discos que marcaram a minha vida rock n’ roll. Não necessariamente são os “The Best” mas, por algum motivo, quando lembro da minha vida musical até aqui são eles que me aparecem na mente.

Coloquei-os em ordem cronológica de lançamento.

1. Machine Head – Deep Purple

Lançado em Março de 1972, esse disco do Deep Purple me marcou muito por ser um dos mais pesados e técnicos álbuns que já ouvi na minha vida. É clássico atrás de clássico, paulada atrás de paulada. Lembro-me de colocar o LP pra tocar na casa da minha avó e ter que usar os fones de ouvido, pois ela não suportava a voz do Ian Gillan e as guitarras frenéticas do mestre Ritchie Blackmore.

2. Piece of Mind – Iron Maieden

É incrível a força que esse disco tem para mim ainda nos dias de hoje. Eu não passo uma semana sem ouvir ao menos uma faixa desse discaço do Iron lançado em 21 de Setembro de 1983. Lembro-me exatamente que no dia em que o ganhei, na verdade era para levar apenas um outro (que ainda será citado aqui nessa lista), mas me encantei com aquela capa apavorante de um Eddie amarrado em uma camisa de força e mostrando tanto ódio e pavor ao mesmo tempo. Eu tinha dez anos...

Obs: Tico e Márcio desculpem-me pelos anos de maus tratos aos ouvidos tentando cantar as letras a plenos pulmões.

3. Appetite for Destruction – Guns n’ Roses

Definitivamente O disco que marcou o final da minha infância e começo de adolescência. Lançado no dia 16 de Julho de 1987 esse trabalho de Axl e cia chegou aos meus ouvidos primeiramente pelas mãos de um primo. Aquela mistura de punk com hard me seduziu imediatamente. As guitarras de Slash e Izzy, as loucuras de Axl Rose, toda a muvuca que a banda fez no final dos 80 e começo dos 90 nunca mais se repetiu no mundo rock n’ roll.

4. Duplo Sentido – Camisa de Vênus

Lançado para ser o último álbum de estúdio da banda liderada pelo excelente Marcelo Nova, Duplo Sentido foi colocado na praça em Outubro de 1987. Eu já estava contaminado pelo vírus do Camisa há tempos. Discos como “Viva” e “Correndo o Risco” já freqüentavam a minha vitrola em doses cavalares. Mas quando soube que o “Duplo” seria o último da banda e que seria de fato “DUPLO” não tive como agüentar. Enchi o saco dos meus pais para tê-lo e depois disso acho que perdi a minha inocência. Letras bem feitas (como sempre), instrumental minimalista e preciso e uma viceridade característica desses baianos fizeram desse disco um clássico da minha coleção. Detalhe: Piece of Mind veio de lambuja no dia em que fui comprar esse LP (Santa Graça!).

5. The Razor’s Edge – AC/DC

Fiquei sabendo desse lançamento em um jornal de São Paulo. Nessa época eu dava um suporte à uma tia vendendo coxinhas em um colégio e ganhava uns trocados (os primeiros). Juntei a grana necessária e comprei esse que foi a minha primeira aquisição sem a ajuda de pais, tios ou primos.
Lançado em 21 de Setembro de 1990, The Razor’s Edge mostrava um AC/DC cheio de vigor e um Angus Young enlouquecido no controle das cordas da sua Gibson SG. Ele foi o meu primeiro Guitar Hero.... Só a introdução de Thunderstruck já deveria valer o lugar do figura no hall da fama dos guitarristas.

6. Arise – Sepultura

02 de Abril de 1991. Esse dia é um marco para o Heavy Metal brasileiro Nesse dia foi lançado “Arise”, quarto disco de estúdio do Sepultura, a banda que levou a música brasileira a outro patamar mundo afora. Até ouvir “Orgasmatron”, cover do Motorhead gravado por eles nesse disco, meu conhecimento de música pesada se restringia aos discos que coloquei nessa lista até agora. Heavy Metal inglês, Hard Rock americano e afins. O Sepultura veio para mudar tudo: letras, acordes, performance, tudo era genuíno e novo para mim. O show de despedida da banda, que estava indo para uma bem sucedida turnê mundial, na praça Charles Miller – Pacaembu – SP, foi apoteótica (e também violenta, infelizmente)

7. Black Álbum – Metallica

Existem duas fases no Metallica. Antes e depois de Black Álbum. Antes a banda era adorada por introduzir, junto com Slayer, o gênero Trash dentro do Heavy Metal. Depois a banda além de carregar esse piano com muita competência conseguiu fazer seu som chegar a milhões de pessoas, que nunca haviam ouvido um som do Metallica. Eu estava dentro dessa maioria. Já ouvia Sepultura, mas não imaginava que eles eram influenciados por uma banda tão poderosa. Devido ao Black Álbum fui atrás de toda a discografia lançada até então e fiquei impressionado. Técnica, vigor, paulada com muita propriedade. Metallica carrega até hoje a sua fama mundial graças a Black Álbum. E o Trash Metal agradece por esse lançamento de Agosto de 1991.

8. Ten – Pearl Jam

Apesar de o grande nome do Grunge nos anos 90 ter sido o Nirvana, eu nunca fui muito fã da banda. Adoro o acústico e só. Mas esses moleques (hoje tiozinhos) do Pearl Jam me pegaram de jeito. Na verdade eles, Soundgarden e Alice in Chains foram a minha discoteca maior desse gênero de Seattle que invadiu rádios e TV’s no início dos 90 e que dita moda até hoje. "Ten" é o mais pop dos discos lançados pela banda e por isso o que mais tocou e passou nos canais de videoclipes. Tocou tanto que cansou, mas até aí o estrago já tinha sido feito e a semente já tinha sido plantada. O Pearl Jam com "Ten" mostrou um rock clássico, misturado com o punk/ indie e isso tudo virou pop.

9. Achtung Baby – U2

Não sou fã do U2, confesso que não ouço muito esse disco. Mas sempre que o ouço percebo algo diferente. Não sei o que aconteceu com a banda, a história diz que esse foi um disco perturbado, quase fez a banda acabar. Detalhes a parte esse álbum lançado em 19 de Novembro de 1991 mudou os rumos musicais do U2. E também os meus, mais flexíveis desde então. Talvez por isso ele seja tão importante para mim.

10. Definitely Maybe – Oasis

Muita gente odeia o Oasis, plágio mal feito dos Beatles, banda de armação, etc, etc, etc... Confesso que hoje tenho minhas ressalvas com a banda mas, em Agosto de 1994, fui pego pelos pés por esses irmãos ingleses cheios de pose, mas com o amplificador ligado no máximo. “Definitely” tem tudo o que uma banda de rock precisa para ser alçada a fama. Boas composições, bons arranjos e o mais importante de tudo, integrantes que causam polêmica e ajudam a alavancar as vendas. Esse primeiro álbum dos irmãos Gallagher me abriu a mente para outros horizontes, recheados de psicodelia, melodias e sotaque britânico.

Música é algo muito pessoal. Tem pessoas que ouvem de tudo, tem outras que não ouvem nada e tem aquelas que ouvem o que é importante para elas. Até hoje não sei em que categoria me encontro, mas sei que tenho paixão por ela. As vezes chega a ser frustrante não corresponder aos meus anseios musicais. Quando chega essa hora eu coloco um desses discos acima citados para tocar e tudo parece mais fácil

Com certeza essa lista vai crescer, mas os artistas que aqui estão e seus respectivos trabalhos nunca sairão do seus lugares.

Terminando...

Se fosse para fazer um track list de bate pronto seria o seguinte:

1. Deep Purple - Lazy
2. Iron Maiden - Still Life
3. Guns n' Roses - Paradise City
4. Camisa de Vênus - Chamam isso Rock n' Roll
5. AC/DC - Thunderstruck
6. Sepultura - Orgasmatron
7. Metallica - Wherever I May Roam
8. Pearl Jam - Even Flow
9. U2 - Who's Gonna Ride Your Wild Horses
10. Oasis - Supersonic

Até

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A todo volume

Acredito que vocês já sabem que já começou a 33ª Mostra de Cinema de São Paulo, estou certo? Bem, se a resposta for não entrem no site da mostra http://www.mostra.org/

Agora que você já entrou e viu a programação, pode perceber que tem pra todo gosto, inclusive para quem curte música no cinema.

Nesse quesito destaco o documentário "A todo volume" de Davis Guggenheim, ganhador do Oscar po "Uma verdade incoveniente". Nele o diretor consegue juntar três monstros da guitarra de diferentes épocas. Mr. Jimi Page, do Led Zeppelin representa os anos 60/ 70. The Edge do U2 se responsabiliza por representar os anos 80 e Jack White do White Stripes, The Raconteurs e The Dead Weather mostra o que os anos 2000 fizeram com a guitarra.

Separados cada um a sua maneira conta um pouco da história da guitarra e de como ela influenciou a origem das respectivas bandas.

Juntos dão um show tocando The Band e ainda fazendo Jams com músicas próprias.

Programa obrigatório para quem gosta de música e também aos não iniciados pela didática e envolvência do documentário.

http://cinema.uol.com.br/mostra/2009/filmes/a-todo-volume.jhtm

http://www.youtube.com/watch?v=5sBLir8H2zM

Them Crooked Vultures

Que o Dave Grohl tem faro para boas parcerias isso já está mais do que provado. Mas dessa vez o cara foi longe. Assumiu as baquetas e recrutou o já camaradérrimo Josh Homme (Queens of the Stone Age) para as guitarras mais o lendário baixista Jon Paul Jones (Led Zeppelin) e juntos formaram o Them Crooked Vultures.

O super grupo tem feito apresentações aleatórias desde Agosto e para o dia 17 de Novembro está previsto o lançamento do primeiro álbum, só de inéditas.

O lance é sério, de qualidade e mais uma vez mostra o mega potencial do Sr. Grohl para fazer música boa.

Quer ver os caras em ação?

Clique abaixo

http://www.youtube.com/watch?v=x1ISnz7LQDk

http://www.youtube.com/watch?v=WYYdli0P8YI&feature=related

Para mais informações acessem:

http://themcrookedvultures.com/

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Distrito 9

O blog é sobre música, mas não dá pra ficar de olhos fechados: Distrito 9 será o filme do ano!

Alienígenas que vivem como refugiados no Planeta Terra, numa favela da África do Sul, como ninguém pensou nisso antes? Algum paralelo com a nossa realidade aqui no Brasil?

Procurem na net, o filme já está disponível para download. A Folha de São Paulo deu uma bela reportagem sobre o filme no caderno Ilustrada desse Domingo, eu fiquei sabendo pelo blog do André Forastieri: http://andreforastieri.uol.com.br/?s=distrito+9

Leiam, assitam, reflitam, comentem....

Ie ie ie, Argh!

Não sei explicar em que momento da carreira Arnaldo Antunes virou um chato, mas acho que esse “vírus” da MPB tem uma certa influência.

Meu, o cara tá muito chato!! Já ouviram a nova música dele? Fujam!

Aos 49 anos, Arnaldo deveria continuar aonde parou ao sair dos Titãs, parado!

Pirateando a Coluna “Escuta Aqui” de Álvaro Pereira Júnior:

“ Como o vírus influenza, a música de Arnaldo Antunes muda pouco e sempre causa o mal”

Precisa dizer mais?

VMB - Não perca seu tempo


No dia 1 de Outubro, a MTV Brasil realiza a sua já tradicional festa de premiação dos artistas musicais do ano.
Mas, quem ainda se dá o trabalho de assistir a tais premiações? (além de familiares e amigos dos próprios artistas?).
Em 1995, quando a Marisa Orth apresentou o primeiro VMB, em clima, literalmente circense, a MTV Brasil vivia seu momento de expansão e a festa foi muito bem vinda e aceita.
Nos anos que se passaram muita coisa mudou, o canal cresceu, virou as costas para seu produto básico, encarou uma verdadeira mutação na programação, voltou atrás e hoje, tenta mesclar sua grade de videoclipes com os programas de variedades.
No meio disso tudo as festas de premiações continuaram a acontecer, sempre mais pomposas e nem sempre com o mesmo bom gosto.
Os apresentadores sempre foram o ponto alto do show, a própria Marisa, Pedro Cardoso, Mion, Cazé, Daniela Cicarelli sempre deram um UP numa cerimônia sem sal e sem pé nem cabeça.....
Por que, pense bem, qual a razão de eu saber quem é a banda do ano? O clipe do ano? Desde sempre esses adjetivos são muito superficiais. O que é bom pra você pode não ser bom pra mim e por aí vai. Fora que onde ficam os sambistas, os sertanejos, as duplas românticas, os funkeiros... Por que sinceramente todos eles fazem parte da nossa cena musical e sabemos muito bem que são simplesmente excluídos da premiação.
Sei lá, já fiquei muitos anos acordado pra ver em primeira mão os prêmios entregues a artistas como Sepultura, Raimundos, Titãs, Paralamas.... Mas hoje, pelo menos pra mim, a magia acabou, a luz queimou... E isso vale para o VMA também...
Ah!
Falando em VMA’s lembrei do Movie Awards uma premiação que vale a pena assistir pois, primeiro: Não se leva a sério e segundo: Tá sempre se reiventando...
Falow!

sábado, 12 de setembro de 2009

Provas

A primeira semana de provas já foi....

Ainda falta uma.....

Depois de seis anos parado, isso tá parecendo uma turnê de dois anos para mim....

Semana que vem eu volto....

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Oasis acabando, de novo...

Li na net que o Noel Gallagher estava pulando fora do Oasis depois de mais uma briga com o irmão Liam. Pela net também fiquei sabendo que dessa vez era o fim mesmo, que estava saindo da banda, pois não suportava mais as neuras e chiliques do irmão mais novo.

Dias depois li que os outros integrantes da banda também sairiam se Noel não ficasse, pois somente Noel conseguia “domar” o Gallagher mais rebelde.

Liam é o culpado disso tudo?

Com certeza não.

A fama do Oasis sempre foi calcada na relação tumultuada dos dois irmãos, nas brigas em público, nas arruaças pré, durante e pós shows. No descumprimento de contratos e demais responsabilidades.

Logo no início, quando o primeiro disco da banda “Definitely Maybe” estourou, o baterista daquela época Tony Mccarroll foi expurgado e meteu um processo contra os irmãos Gallagher pedindo milhões de indenização.

Após o lançamento de “(What’s the Story) Morning Glory?” a banda se lançou numa empreitada rumo a conquista dos EUA, maior Mercado consumidor de música ocidental do mundo. Até hoje não sabemos o fim dessa história pois no meio da turnê os caras quebraram o pau e simplesmente cancelaram todos os shows que ainda tinham no país, queimando o filme da banda para todo o sempre na terra do tio Sam.

Quando Liam chamou Noel para fazer parte do Oasis, ele aceitou com uma condição, mandar na banda e escrever todas as músicas gravadas pela banda. A estratégia mostrou-se vencedora, a banda decolou, explodiu para o mundo e até hoje ainda leva milhares de pessoas para assistir um espetáculo do grupo (brigas à parte os caras mandam muito bem em cima de um palco).

Com o passar do tempo os outros integrantes da banda foram se enchendo e saindo fora, Bonehead, Paul McCuinan (essa foi a até então maior crise da banda, que se viu sem dois integrantes até então indispensáveis) e outros entrando, Andy Bell e Gem Archer (mostrando muita personalidade e competência). A banda se solidificou novamente e parecia ter entrado numa engrenagem bem lubrificada de shows, bons discos e paz.

Até a notícia de Noel saindo da banda.

Não acredito em nada que envolva crise, briga e afins no Oasis, tudo pode ser marketing, ou simplesmente birrinha do mimado do Liam ou o Noel finalmente se viu na possibilidade clara de lançar seu tão aguardado álbum solo porque, artista por artista, ainda fico com Noel.

É esperar pra ver.....

Mando Diao

O que será que tem na Suécia para que o país revele tantas bandas legais??

Estou aqui sintonizado na MTV e vendo uma banda de nome Mando Diao.

Para vocês terem uma idéia o som dos caras é uma mistura de Beatles com The Hives, muito
dançante, poderoso, bem feito e contagiante.

Acessem e confiram

http://www.mandodiao.com/site/main.php

Querem conhecer mais bandas da Suécia?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Bandas_da_Su%C3%A9cia

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

The Watchmen Soundtrack

Seguindo a linha trilha sonora lembrei-me do filme Watchmen e de sua trilha recheada de classic rock. Lá você encontra Bob Dylan com “The Time They Are a Changin”, Janis Joplin “Me and Bob McGee”, Jmi Hendrix “All Along The Watchtower” e muitos outros medalhões da música americana. Temos ainda a grata surpresa do My Chemical Romance com uma releitura irreconhecível do clássico de Mr. Dylan “Desolation Row”.

Praticamente todas as músicas são partes essenciais da trama e estão intimamente relacionadas sejam nos quadros ou nos diálogos dos personagens.

Bem mais clássica e comportada do que a “soundtrack” de “Jennifer’s...” “The Wacthmen Soundtrack” cumpre o que promete aos fãs, diversão sem perder a identidade.

Jennifer's Body - Garota Infernal

Alguém assistiu a Juno? A comédia com roteiro pra lá de bem bolado que conta a história da menina mal humorada e deliciosamente encantadora (vivida por Ellen Page) que engravida do melhor amigo e lida (ou tenta lidar) com a situação com o maior alto astral?

Pois bem, essa história toda saiu da cabeça de Diablo Cody, nascida Brook Busey, uma stripper que não precisava ser stripper, mas foi ser stripper por que.... queria ser stripper!!

Bem, Juno fez um puta sucesso, Diablo ganhou um Oscar e..... escreveu um roteiro de filme de terror que tem como protagonista Megan Fox (se eu tiver que escrever sobre quem é MF é porque você que está lendo esse texto morou em Marte nos últimos, sei lá.... 3 anos, no mínimo).

No filme “Jennifer’s Body” que no Brasil receberá o fantástico, fabuloso, amendrotador nome de
'Garota infernal" (no comments...) a deliciosa Megan é uma cheerleader que faz parte de um sacrifício que sai errado e é possuída por um demônio. Depois disso a danada sai comendo (literalmente) todos os meninos da escola.

Olha, não sei vocês, mas tô louco (!) pra assistir o filme. Adoro esses trecos nada a ver, cheerleader demoníaca, muito sangue, comédia e Diablo Cody mandando bala nos diálogos pra lá de bem sacados.

Como amostra do que virá ao menos aos meus ouvidos, escutei a trilha sonora que tem Panic! At The Disco, Dashboard Confessional, The Sword, Black Kids, White Lies, entre outros e posso dizer o seguinte: Se seguir a trilha o filme será estiloso....

A escolha das bandas tem tudo pra agradar os moderninhos de plantão e isso não é ironia negativa não, é coisa boa, só coisa boa. Se bem que por mim tudo ia na linha do The Sword, mas tudo bem.

Agora é só esperar até 23 de Outubro, data prevista para o lançamento do filme aqui no Brasil.

Até lá, deguste o trailer

http://www.youtube.com/watch?v=VYQ19JM_M1g

E saiba mais sobre o filme

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jennifer

Sounds of the Universe - Depeche Mode

Assim que ouvi “Wrong” primeiro single do Depeche Mode para seu novo disco, “Sounds of the Universe” fiquei interessadíssimo em ouvir o restante do trabalho dos caras.

Após passarem quatro anos sem gravarem nada, o trio formado por David Grahan, Martin Gore e Andrew Fletcher chega a décima segunda gravação de estúdio mostrando que ainda tem vigor, atitude, e principalmente, boa música.

Li que de certa forma esse é um trabalho em os caras voltaram as raízes, mas sinceramente, isso não faz diferença para mim que sempre gostei dos sons meio eletrônico/ industrial/ rock/ sei lá mais o quê.

A voz de David continua linda e as composições extremamente bem compostas, com destaque para a belíssima “Peace” em que David canta “- Basta olhar para mim/ Estou vivendo um ato de santidade/ Dar todas as virtudes que possuo/ Vou iluminar o mundo”.

O Depeche Mode volta para mostrar que rock pode ser feito com sintetizadores, lindas letras e muita atitude.

Assistam ao clipe de Wrong e Peace nos links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=5bsXOcK9_Cw&feature=fvst (Wrong)

http://www.youtube.com/watch?v=Fo0lC_K7iyY (Peace)

Mudança de Lay-Out

E para comemorar o retorno, uma mudança radical no visual do blog.

Falou!

Preguiça, responsabilidade e conteúdo

Preguiça, falta de tempo, preguiça, chateação, preguiça, conexão de internet LIXO, preguiça. Pois é, esses fatores me afastaram do Blogarorock desde 13 de Julho último. Mas estou de volta, agora com conexão um pouco mais respeitável (espero que também estável), com muito mais FALTA de tempo e um pouco menos de preguiça.... Tá a preguiça continua igual.

É engraçado gerenciar um blog. Ele nada mais é do que um diário a respeito das suas impressões a respeito de qualquer assunto, ou deveria de ser assim, mas tornou-se uma ferramenta de marketing e de trabalho para milhares de pessoas ao redor do mundo.

No meu caso foi muito interessante, tinha, e ainda tenho zilhões de idéias, histórias e opiniões a respeito de tudo, mais especificamente rock e não tinha com quem conversar (amigos rockers vocês sabem quem são e não estão nessa lista) então, resolvi montar o Blogarorock para tentar expandir minhas idéias e quem sabe, render boas discussões.

Mas nem tudo sai como esperamos e juntando tudo num só caldeirão ficou claro que realmente não nasci pra escrever e sim para consertar máquinas, hehehe. Nada disso o que quero dizer é que levar o negócio a sério, postar diariamente, juntar idéias na tela do PC, coisa e tal não é nada fácil e devagarzinho vou aprendendo.

Não sou da geração internet, mas já estou bem familiarizado e posso garantir que um Blog, um Site, um grupo de discussão, são todos benéficos (quando usados com responsabilidade e para o bem) e atuam como catalisadores e formadores de opinião de muitos jovens que hoje não ligam mais a TV e sim seus notes para saberem as notícias, as novidades musicais e cinematográficas e tudo mais que o mundo oferece.

Não me comprometo, mas o esforço será feito para que o Blog ande, mesmo porque ele é um catalisador, uma válvula de escape para que eu fuja da realidade cinza do ia a dia e pule de cabeça na fantasia colorida do mundo da música.

Um abraço



segunda-feira, 13 de julho de 2009

Hoje é dia do rock....

Hoje é dia internacional do rock n’roll, e daí??

Mais uma data estúpida no nosso calendário....

Quer saber mais? Pesquise!

Ou dê uma olhada aqui embaixo

http://br.noticias.yahoo.com/indepth/dia_do_rock

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Jake Shimabukuro no Brasil

Nos dias 02, 03 e 04 de Julho ocorre, na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, o Festivalma http://www.festivalma.com.br/ e nele, como lembrado pelo Ricardo Somera http://blogarorock.blogspot.com/2009/06/jake-shimabukuro-segundas-impressoes.html#comments se apresenta Jake Shimabukuro, músico aqui citado em posts anteriores. Gostaram do cara? Olha a oportunidade....

O rei se foi....

É simplesmente impossível ficar impassível diante da notícia da morte de Michael Jackson, o rei do pop.

Independente do ritmo escolhido pelos nossos ouvidos, “Jacko” foi importante para o cenário musical de todas as formas, positivas e negativas.

Espero que se lembrem dele como o artista que foi, mas que não se esqueçam dos seus absurdos, pois ele foi a aula do que um pop/rockstar deve e não ser.

Escolhi uma foto da fase mais profílica e inspirada do artista, que certamente, ainda mais agora, transforma-se em mito...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Metallica no Brasil? Então tá!

Não confirmado, Metallica deve pousar em terras brazucas em Janeiro de 2010. Dizem que só falta assinar contrato, coisa e tal. Eu só acredito quando terminarem a passagem de som, a banda de abertura começa a tocar, os caras aparecerem no backstage pelo telão.... E a primeira nota sair da guitarra do James. E olha lá!!!

Quem lembra da última “quase passagem” da banda por aqui sabe o que estou dizendo...

Weezer - The Green Album, Dia dos namorados

Em 2001, depois de cinco anos sem lançar nada, o Weezer voltou aos estúdios para gravar aquele que, na minha opinião, é até agora o mais perfeito álbum da banda.

Green Album, nome dado, pois o disco simplesmente é homônimo e tem capa verde, é a prova de que uma banda de rock pode ser básica, direta, pesada, melódica, atual, vintage, tudo isso.... em uma só música! Que não passa dos quatro minutos de duração.

Sou louco por esse disco e fiquei mais louco ainda quando soube que a minha namorada na época, uma tal de Claudete, também o amava. Em especial a faixa 4 “Island In The Sun”.

Essa música tornou-se nosso hino e até hoje a escutamos e lembramos o quanto éramos e somos felizes.

Clau, agora você é minha esposa e confidente e sei que esse blog não é exatamente o que você curte em mim, mas aceite esse post como prova do meu amor nesse dia dos namorados.

Te amo gata,

Island In The Sun

hip hip
hip hip
hip hip
hip hip

When you’re on a holiday

You can’t find the words to say

All the things that come to you

And I wanna feel it too

On an island in the sun

We’ll be playing and having fun

And it makes me feel so fine

I can’t control my brain

hip hip
hip hip

When you’re on a golden sea

You don’t need no memory

Just a place to call your own

As we drift into the zone

On an island in the sun

We’ll be playing and having fun

And it makes me feel so fine

I can’t control my brain

We’ll run away together

We’ll spend some time forever

We’ll never feel bad anymorehip hip

hip hip
hip hip

On an island in the sun

We’ll be playing and having fun

And it makes me feel so fine

I can’t control my brain

We’ll run away together

We’ll spend some time forever

We’ll never feel bad anymore

Hip Hip(hip hip)

We’ll never feel bad anymore

(hip hip)
no no
(hip hip)

We'll never feel bad anymore

(hip hip)
no no
(hip hip)

We'll never feel bad anymore

(hip hip)
(hip hip)
No No
(hip hip)

We'll never feel bad anymore

(hip hip)
No No
no no

http://www.youtube.com/watch?v=2hyoszso38E

Guitar Hero Metallica, Rock Band The Beatles

Faz pouco tempo que o Guitar Hero: Metallica foi lançado e menos tempo ainda que saiu o trailer de Rock Band: The Beatles, o lançamento do game dos Fab Four deve ser em Setembro. O do Metallica foi em Março de 2009.

Isso é muito legal!

Cada vez mais a garotada tem trocado as ferramentas de busca. Jornais, revistas deram lugar a internet, chats e.... video games.

É aí que Guitar Hero e Rock Band entram na jogada.

Os fabricantes de jogos eletrônicos querem faturar em cima dessa molecada sedenta por novidades. Os artistas já viram que esse tipo de entretenimento dá lucro. O Aerosmith foi a cobaia bem sucedida do negócio. Rock Band estourou e não matou Guitar Hero, tem espaço pra todo mundo!

Peraí! No parágrafo acima eu escrevi novidade?

Pois é, muita, mas muita gente com menos de 15 anos simplesmente desconhece as origens do rock n’roll. Apesar de a internet ser o santo graal da informação, a maioria ainda vai em cima daquilo que a “modinha” dita ou seja, NX Zero e afins...

Os games que colocam o jogador como um rockstar são produzidos por pessoas super antenadas com as vertentes da história do rock e isso é legal, pois traça uma trilha quase educacional em cima dos clássicos não só do rock mas do pop mundial.

Guitar Hero com Metallica e Rock Band com The Beatles podem fazer história não só pelos games em si, mas como sendo o ponto de partida para a formação de novos instrumentistas e bandas. Não é de exageram que futuros astros do rock confessem que iniciaram sua carreira tocando as famosas guitarras dos joguinhos eletrônicos....

http://en.wikipedia.org/wiki/The_Beatles_(video_game)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guitar_Hero_Metallica

http://www.thebeatlesrockband.com/

http://hub.guitarhero.com/

quinta-feira, 11 de junho de 2009

A vida continua, deixe o Led aonde está...


Algumas notícias são tão absurdas que simplesmente não são possíveis de serem mastigadas, quanto mais engolidas.

Foi assim que me caiu o fato de quando o Led Zeppelin disse estar à procura de um novo vocalista (!?!?)

Pois é, depois do bem sucedido show em Londres no dia 10 de Dezembro de 2007, Jimmy Page e John Paul Jones ficaram com água na boca para uma turnê mundial, negada desde a primeira tentativa por Robert Plant, que sempre teve uma bem sucedida carreira solo e simplesmente aderiu ao “retorno de um show só” muito possivelmente pelo belo cachê e também para reviver um pouco a saudade da velha banda.

Não contentes com a notícia de Mr. Plant, os outros dois remanescentes da fantástica banda simplesmente o ignoraram e colocaram na mídia que estariam à procura de um novo vocalista. Cumé que é?

É muito provável que Jimmy e John ainda não têm, depois de quarenta anos, a noção do que é o Led Zeppelin para seus fãs. A perda de John Bonham foi tão impactante que acabou com a banda e os caras voltaram a subirem em um palco usando o nome Led Zeppelin depois de sei lá quantos anos e mesmo assim com o filho do homem comandando as baquetas! Agora querem colocar um sei lá quem no lugar de um dos melhores vocalistas de rock de todos os tempos?

Graças a Deus a idéia foi abandonada no início desse ano de 2009.

Qual o porquê disso tudo escrito acima?

Porque sei muito bem a causa da negação de Robert aos pedidos de seus velhos companheiros.
Como dito nas linhas acima, Robert Plant sempre teve uma carreira bem estável fora do Led. Gravou muita coisa, algumas com o parceiro Jimmy, numa evidente tentativa de manter a chama Zeppeliana acesa, mas também lançou pérolas que em nada se parecem com a obra da banda que subiu a temperatura do blues.

A mais evidente dessas pérolas é o álbum “Raising Sand” de 2007, lançado junto com a cantora country Alison Kraus.

Nada, nada nesse disco remete ao Led. E em nada remete aos antigos discos de Robert. O trabalho é folk, country, acústico, simplemente belo. Uma homenagem aos sons rurais americanos e a seus compositores.

Robert Plant e Alison Krauss revezam-se, complementam-se nas canções junto com uma gama de excelentes instrumentistas.

Escute esse disco com os ouvidos e a mente aberta e descubra por si só que o tempo passa e o que ficou no passado deve ser idolatrado e respeitado, mas deixado aonde está, descansando e imortalizado.

Como já disse nosso Cazuza, “O tempo não pára”.

O irrequieto

Não me lembro bem quando, mas lembro-me aonde, foi na “Ilustrada”, caderno cultural do jornal “Folha de São Paulo” em que li uma entrevista com o então líder do Foo Fighters e antigo baterista do Nirvana, Dave Grohl.

Naquela ocasião o que mais me chamou a atenção foi o relato de Dave a respeito da sua infância na escola. Ele falou que uma vez sua mãe foi chamada e que os educadores a alertaram para uma possível hiperatividade do garoto, ele não parava quieto e não se concentrava em nada! Não era mal aluno mas simplesmente era um foguete...

Bom, os anos passaram, o Nirvana surgiu, explodiu, o Foo Fighters veio das cinzas da antiga banda, transformou-se em uma das maiores do mundo e aquela memória da reportagem ficou na minha cabeça confirmando o relato do sempre simpático Dave. O cara simplesmente não pára!

Sem nenhuma pesquisa dá pra colocar nessas linhas uma penca de artistas em que o hiperativo Dave já trabalhou: Queens of the Stone Age, Killing Joke, Norah Jones (!?), Brian May, Juliette Lewis, Led Zeppelin (é!, procure no youtube!!), fora o Probot, banda de metal fantástica criada por Grohl para homenagear seus grandes ídolos do metal. O único disco do Probot lançado em 2004 (eu acho) é melhor do que muita tosqueira lançada todo ano por pseudo metaleiros.

A contribuição do ex Nirvana sempre dá um quê a mais seja na música em si ou simplesmente na produção dos artistas com os quais ele trabalha.

Tenho dois discos do Foo Fighters, o primeiro, homônimo, e um de 2002 (One by one). Falar que sou fã da banda seria mentira, pois acho a obra deles bem irregular. Mas com certeza sou fã de Dave Grohl, o hiperativo mais gente fina do Rock.

Jake Shimabukuro, segundas impressões

Escutei todos os discos do Jake.

E a conclusão é a de que o cara manda muito bem mesmo. Mas essa não foi a única conclusão que tive

É cansativo ouvi-lo, pois é... Virtuoso mas cansativo. Chega uma hora em que você parece estar em um elevador ou esperando um dentista. Irrita...

Na minha opinião acho que falta um “algo mais”, talvez um vocal ou uma abordagem mais popular, sei lá, talvez a essência da música dele seja essa mesmo e quem deveria se adaptar sou eu.

Fica meu relato e também minha observação e lição. Nem tudo que te espanta num primeiro momento é realmente bom, pelo menos para você.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Jake Shimabukuro, Ukulele

Você sabe o que é Ukulele? Não? Eu também não sabia, ou melhor, sabia, mas o chamava pelo nome errado. O ukulele é a popularmente chamada guitarra havaiana. Visualmente ele parece um cavaquinho, mais ainda parecido ele é com um violão, em menor escala de construção e somente com quatro cordas (como o cavaquinho).

Qual a importância do ukulele nesse post?

Você já ouviu falar de um cara chamado Jake Shimabukuro? Não? Eu também até agora a pouco. Estava navegando à toa pelo youtube e vi um link de um cara tocando “While My Guitar Gently Weeps” nesse tal de ukelele.

Como a curiosidade faz a ocasião lá fui eu meter o dedo no link e ficar de boca aberta....

Era o tal de Jake Shimabukuro.

O cara toca muito! É uma mistura de pop, rock, jazz, música tradicional havaiana...

Vou atrás dos discos do cara, depois conto mais, enquanto isso acessem:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ukulele

http://www.youtube.com/watch?v=3mEqEe-PIC8&feature=related

http://www.jakeshimabukuro.com/

http://en.wikipedia.org/wiki/Jake_Shimabukuro

Eles já estão entre nós

Heaven and Hell

Ontem eles passaram por Brasília.

Hoje e amanhã aterrorizam São Paulo.

E domingo escurecem as ensolaradas praias do Rio de Janeiro.

Confira a entrevista que o baterista Vinny Appice concedeu para o site UOL

http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/05/14/ult89u10632.jhtm

Mostra Tribos Urbanas

Essa é pra quem sempre curtiu ver a atitude rocker no cinema.

Desde a última quarta-feira (13/05) o Centro Cultural Banco do Brasil exibe a mostra “Tribos Urbanas no Cinema” que traça um panorama do rock ao longo dos anos retratado pelas câmeras e não pelos alto falantes.

São mais de 20 filmes, nem todos essencialmente sobre rock (vide Wall Street), mas que tem na espinha dorsal o que o rock representava naquela época.

Então podemos ver o punk transformando-se em hardcore com o documentário “Dogtown and Z-Boys – Onde Tudo Começou” que traça o perfil de jovens entediados na Califórnia que praticamente inventaram o skate o qual conhecemos hoje.

O Grunge na sua forma bruta com o documentário “Hype!” e o ótimo drama “Vida de Solteiro” de Cameron Crowe retratando com maestria todo apelo jovem da época.

Cameron também dirige “Quase Famosos”, história mezzo verdadeira, mezzo fantástica da sua própria vida de jornalista iniciada com apenas 15 anos e modificada após uma turnê louca com uma banda mais louca ainda nos loucos anos 70.

E por aí vai, tem para todos os gostos. Linda iniciativa.

Confira abaixo a programação completa.

13 de maio (quarta-feira)

15h - Sem Destino
17h - Quadrophenia
19h20 - Eu Me Lembro

14 de maio (quinta-feira)

15h00 - New York Doll
17h00 - Joe Strummer: O Futuro Está para Ser Escrito
19h20 - Stop Making Sense

15 de maio (sexta-feira)

15h00 - Dogtown and Z-Boyz - Onde Tudo Começou
17h00 - Wall Street - Poder e Cobiça
19h20 – Vida de Solteiro

16 de maio (sábado)

15h00 - Modulações - Cinema para os Ouvidos
16h30 - Eu Me Lembro, de Edgar Navarro
18h45 - Stop Making Sense

17 de maio (domingo)

13h30, 16h e 18h30 - Sessão Especial: Reprise dos 3 filmes mais votados da semana

20 de maio (quarta-feira)

15h00 - Stoned - A História Secreta dos Rolling Stones
17h00 - HYPE!
18h45 - Control

21 de maio (quinta-feira)

15h00 - Minha Vida em Cor de Rosa
17h00 - Crônica de um Amor Louco
19h00 - Até Que a Vida Nos Separe, de José Zaragoza

22 de maio (sexta-feira)

14h30 - Quase Famosos
17h00 - Noites de Lua Cheia
19h00 - Stoned - A História Secreta dos Rolling Stones

23 de maio (sábado)

15h00 - Minha Vida em Cor de Rosa
17h00 - Crônica de um Amor Louco
19h00 - HYPE!

24 de maio (domingo)

13h30, 16h e 18h30 - Sessão Especial: Reprise dos 3 filmes mais votados da semana

27 de maio (quarta-feira)

14h30 - Quadrophenia
17h00 - Sem Destino
19h00 - Debate com mediação de Tatá Aeroplano (curador) + Convidado Especial

28 de maio (quinta-feira)

15h30 - Modulações - Cinema para os Ouvidos
17h00 - New York Doll
19h00 - Debate com mediação de Tatá Aeroplano (curador) + Convidado Especial

29 de maio (sexta-feira)

14h15 - A Festa Nunca Termina
16h35 - Control
19h00 - Debate com mediação de Tatá Aeroplano (curador) + Convidado Especial

30 de maio (sábado)

14h30 - Riding Giants
16h30 - Joe Strummer: O Futuro Está para Ser Escrito
19h00 - Debate com mediação de Tatá Aeroplano (curador) + Convidado Especial

31 de maio (domingo)

12h00 e 18h30 - Sessão Especial: Reprise dos 3 filmes mais votados da semana.

Local

Cinema do CCBB - Rua Álvares penteado, 112

Preços

Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia entrada válida para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil, funcionários da Nossa Caixa e maiores de 60 anos)

Mais Informações

http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/sp/DetalheEvento.jsp?Evento.codigo=33214&cod=2

A volta

Pois é.
Estive for a por um tempo
A maioria não se importou
Mas agora tô de volta.
Ainda com problemas na conexão
Mas tô de volta.....

Abraços

terça-feira, 24 de março de 2009

Blogarorock fora de serviço

Depois de um período de muita turbulência a minha conta com a Claro 3G finalmente começou a funcionar com uma velocidade decente e sem travamentos/ quedas.

Agora quem deu pau foi o modem MD 300 da Sony Ericsson. O treco começa a esquentar tanto que parece que vai pegar fogo, uns vinte minutos conectado é o suficiente para que seja impossível continuar usando o modem.

Levei o aparelho para a assistência técnica e vai ficar por lá no mínimo vinte dias (úteis!). Por esse motivo as postagens serão mais raras nesse período. Prometo fazer o possível para voltar a postar novidades o mais breve possível para o meu pequeno, mas fiel público (vide amigos!).

E, infelizmente, estou pensando seriamente em voltar para a demoníaca telefônica.....

Até.....

domingo, 22 de março de 2009

Radiohead no Brasil, pela T.V.

Parei de acompanhar o Radiohead após o lançamento de “Ok Computer” de 1997.

Creep do álbum “Pablo Honey” de 1993 foi muito importante para mim na época e assim como para muitos fãs da banda foi o passo inicial para o ingresso no universo Radioheano.

“The Bends”, de 1995, para mim, perde para “OK..” na importância geral de disco conceito e tal mas ganha na força pop das letras e canções. Ouço-o muito até hoje.

Mas após “Kid A” a coisa ficou muito obscura para mim. E acredito que só para mim mesmo, pois a banda continuou vendendo bem. Não entendi, ou não consegui digerir, muito bem o conceito por trás de “Kid A” e “Amnesiac”. Para mim o Radiohead estava perdido e eu pulei fora do barco.

E então os caras finalmente vieram para o Brasil. De início mantive-me distante, sabendo que os ingressos seriam os olhos da cara e com outros shows nos meus planos, tentei ficar afastado das notícias e “causos” relacionados à banda.

Mas aí o lado fã falou mais alto e voltei a ouvir os discos mais antigos e também “Hail to the thief” e “In Rainbows”. Descobri que o Radiohead tinha encontrado um meio termo entre o excesso de experimentalismo e a facilidade da digestão do pop.

Não posso mentir, deu vontade de ver os caras ao vivo, mas já era tarde.

Então a saída foi vê-los pela TV. E foi muito bom. Não acredito que, se eu tivesse ido teria sido ruim, mas não me senti culpado ou arrependido.

A banda é competente. O show é milimetricamente planejado. Thom e Eddie são os mais ativos com o público, mas como já demonstrada em outras oportunidades a audiência brasileira é fenomenal e conseguiu extrair o melhor do comportamento de todos, mesmo dos mais tímidos, casso do guitarrista Johnny que entre uma música e outra tinha seu nome gritado em uníssono pela platéia.

No mais foi isso. Um punhado de músicas que vim a conhecer à pouco tempo mais algumas que eu já tenho familiaridade, uma banda que no palco se mostrou comportada demais em um show que visualmente salta aos olhos pela qualidade técnica, nada mais.

Como relato histórico valeu, mas em tempos de crise melhor mesmo foi eu ter guardado a grana para tiros certeiros.

Ah, continuo achando “Kid A” e “Amnesiac” chatos pra cacete!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Oasis no Brasil, Cronologia

De todas as passagens do Oasis pelo Brasil (1998, 2001 e 2006) só não fui ao show do Rock N' Rio (2001). O show de 1998 foi fantástico sendo que o único fato negativo é que nos colocaram literalmente dentro do Sambódromo, fazendo o palco em um lado das arquibancadas e colocando a maioria do pessoal na pista (apertadíssimos) e o restante da platéia na arquibancada de frente para o palco (esse pessoal se deu bem pois pagaram menos e tiveram uma visão muito mais previlegiada do que o pessoal da pista).

O show de 2001 não posso comentar, não estive lá mas me pareceu o show mais frio da banda por terra Brasilis (tocaram antes do Guns n' Roses, dá-lhe organização!).

Aí veio o show de 2006. De início fiquei um pouco chateado pois ouvi da imprensa que a banda não queria vir para o Brasil apenas para um show, que estavam exaustos da turnê e que financeiramente não compensava. Não me abalei pois sei que os caras são sensacionalistas, tanto a banda quanto parte da imprensa. Comprei meu ingresso e fui para lá cheio de esperança de ver um showzaço. E não me arrependi. A chuva forte que caiu logo no início do show serviu para mostrar à banda a força da platéia brasileira. Todos cantaram TODAS as músicas em uníssono. Era emocionante ver a cara de Noel e CIA estupefatos com a carga de adrenalina que o público entregava entre acordes dos instrumentos e notas soltas pela voz de Liam. Os temíveis irmãos Gallagher tinham sido domados pela nossa platéia.

Tenho certeza que esse show de 2006 foi determinante para o retorno da banda ao país agora em 2009. E novamente a ansiedade toma conta de todos os fãs a espera de mais um show apoteótico dos irmãos de Manchester.

Agradecimentos aos camaradas de shows, Mauro - 1998 - e Pedro - 2006 - 

Mais detalhes sobre o Oasis em terra tupiniquim?

Acesse:

sexta-feira, 6 de março de 2009

Gov't Mule - Playlist

Sexta-feira, folga no trabalho, Sol ardendo às 9h00 da matina, "atividades domésticas" para executar.

Abro uma cervejinha, ligo o PC e monto meu Gov't Mule Playlist para o dia que já começa prometendo ser um dos mais quentes do ano.

01. Rocking Horse
02. Mr. Big
03. Kind Of Bird
04. Blind Man In The Dark
05. She Said, She Said
06. Larger Than Life
07. I Shall Return
08. 30 Days In The Hole
09. Tastes Like Wine
10. I Think You Know What I Mean
11. Banks Of The Deep End
12. Effigy
13. Maybe I'm A Leo
14. Soulshine
15. Beatifully Broken
16. Hammer And Nails
17. Catfish Blues
18. Which Way Do We Run
19. 32 20 Blues
20. Goin' Down
21. Drivin Rain
22. Slackjaw Jezebel
23. Lola Leave Your Light On
24. Mr. Man
25. I'll Be The One
26. Brand New Angel
27. Streamline Woman
28. Like Flies
29. Nothing Again
30. Brighter Days
31. I'm Raw
32. Hard To Handle

Não conhece o Gov't?, então clique aqui: http://blogarorock.blogspot.com/2008/11/govt-mule.html

domingo, 1 de março de 2009

Control - Cinebiografia de Ian Curtis

Control, cinebiografia de Ian Curtis, vocalista e líder da banda Joy Division que nos anos setenta ousou e se deu bem ao mostrar que nem tudo no rock era purpurina ou LSD. Viraram referência e presença obrigatória em qualquer lista dos melhores do rock de todos os tempos.

Vi o filme já a algum tempo e até agora estou me perguntando, mas porque não gostei?

Dirigido por Anton Corbijn, competente fotógrafo e diretor de videoclipes e, acima de tudo, conhecedor profundo da banda (chegou a fotografá-los próximo ao fim trágico) e baseado no livro “Touching From A Distance” da esposa de Ian, Deborah Curtis, o filme conta com inúmeros pontos positivos como o toque em preto e branco, a fotografia belíssima e a atuação mais do que convincente de Sam Riley no papel do perturbado jovem que apesar de conquistar tudo com certa rapidez e até, facilidade, nunca encontrou realmente a felicidade.

O filme começa com um Ian até certo ponto feliz, comum, vivendo uma vida suburbana, sem luxo, mas também sem mostras de pegar no pesado. Ele passa seus dias ouvindo e imitando David Bowie, fumando, tomando remédios controlados para ficar doidão e recitando poemas.

Isso até encontrar Deborah, menina de família humilde, mas bem estruturada, educada e por isso mesmo que desperta em Ian uma paixão avassaladora e em Deborah idem pelo aspecto contrário do rapaz, desleixado, roqueiro e por isso mesmo irresistível.

Os dois se casam num piscar de olhos, prematuramente, como Ian descobriria num futuro não muito distante.

É daí em diante que eu passo a não gostar do filme. Tecnicamente ele continua impecável, é realmente um tributo a uma geração que encontrou em Curtis a figura que em outras gerações foram e seriam de Elvis, Jim, Kurt. Mas começo a pegar birra de Ian, o alicerce da vida dele foi Deborah e ele começa a desprezá-la, o dinheiro que a banda usa no começo da carreira é dela, a filha que os dois têm vem primeiro da idéia dele. Toda vez ao chegar em casa ela o espera sedenta de amor e carinho e o FDP a evita...

E não me venha falar que a epilepsia foi um fator determinante para o seu estado depressivo porque ao encontrar Annik, uma bela mulher, até mais do que Deborah, mas que não vive os problemas do dia a dia do “astro” ele mostra um semblante de garoto próximo da primeira namorada.

No meio desse turbilhão de emoções a banda vai gravando clássico atrás de clássico até que, um dia antes de a banda entrar no avião para desembarcar nos EUA para uma série de shows, Ian Curtis tira a própria vida na casa em que Deborah chorou noite após noite, agüentando a traição do marido e o inconformismo com toda a situação.

Deborah não era a garota certa para Ian, isso fica evidente no filme, mas o tão idolatrado vocalista do Joy Division poderia ter sido mais Homem e enfrentado a situação com mais fibra.
Ao final do filme fico com a lembrança de uma pessoa extremamente talentosa, mas como muitos outros dentro dessa indústria implacável que é a da música fraco para lidar com fatos da vida, como por exemplo, uma esposa e uma filha.

Agora resta assistir “Joy Division”, documentário de Grant Gee sobre a banda para fechar o círculo....

Heaven and Hell, vem ou não vem?

Ouvi na KissFm que tava tudo certo, datas agendadas, turnê programada, preços decididos, etc, etc, etc. Me empolguei, fiz as contas se ia ser em uma folga do serviço, fiz as contas se o din din ia dar, pedi permissão para a esposa, entrei no site dos caras para confirmar e........ Nada de turnê pela América do Sul! Agora, alguém me diga, vai ou não vai ter shows no Brasil?

http://whiplash.net/materias/news_879/082174-heavenandhell.html

http://www.heavenandhelllive.com/index.cfm?pk=viewall&cd=MAE&pid=402470

Luis Caldas agora é do metal??!!??.....

Essa eu não vou nem comentar, mesmo porque to rindo tanto que mal consigo escrever essas linhas, é Tieta do Agreste!

Acessem:

http://br.noticias.yahoo.com/s/19022009/25/entretenimento-luiz-caldas-lanca-cds-rock.html

http://www.myspace.com/luizcaldas

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O desespero de Axl

"Pessoalmente, eu o considero um câncer que é melhor ser removido, evitado, e quanto menos se ouve falar dele, melhor".

Foi assim que Axl Rose referiu-se à Slash, seu ex colega de banda e co-responsável pelos inúmeros milhões de dólares ganhos ao longo de carreira por Axl e CIA.
Mas por que tanto remorso?

Que o vocalista do Guns é um cara instável todo mundo já sabe, que Slash não é santo idem, mas passados tantos anos do rompimento da banda ainda existe ressentimentos?

Fiquei aqui matutando e a única resposta que encontrei para essa declaração de Mr. Rose foi desespero.

Depois de mais de uma década e meia de espera, “Chinese Democracy não vendeu o esperado, não correspondeu as expectativas, a banda não tem uma turnê regular planejada, não tem single na rádio. Ninguém mais se lembra de “Chinese Democarcy” e nem do Guns N`Roses.

Nesse meio tempo, depois da saída do Guns, Slash envolveu-se com um pouco de tudo. Foi Sideman de luxo em gravações de artistas diversos, montou o “Slash Snakepit”, juntou os trapos com Duff e Matt e em parceria com Scott Weiland e Dave Kushner montaram o bem sucedido “Velvet Revolver” que conseguiu a façanha de sobrepor-se (ao menos por um tempo) nas paradas dominadas por rappers e boys/ girls bands chamando a atenção da molecada que hoje em dia tá mais apegada a Emo bands. E o mais incrível, virou personagem de vídeo game! Com o game Guitar Hero III o guitarrista extrapolou as expectativas e forjou, definitivamente, sua figura no hall do rock n`roll.

No mesmo período Axl ficou trancafiado em sua mansão, gastando milhões com seu ego e loucura para nos entregar, como já dito, um álbum não ruim, mas muito abaixo do nível encontrado nos antigos clássicos da banda.

Por tudo isso a única resposta que encontrei para os ataques não só ao Slash, mas a outros membros da banda foi desespero. Desespero por não ser mais o ícone, o cara que dita a moda, que apesar do ego inflado ao subir ao palco ou tocar na rádio mexia com fãs e não fãs.

Tenho medo, por ser fã do Guns e por conseqüência de Axl, acredito que esse estado se prolongue e estrangule o pouco de dignidade e talento que ainda sobra ao dono do que já foi “a banda mais perigosa do mundo”.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

LAB ao cubo, ia bem...

Peguei uma sequência na MTV que a tempos não conseguia.
Foi no LAB ao cubo, três na sequência de Nirvana, Supergrass, Screaming Trees e Donovan Frankenreiter.
Depois disso ainda vieram Red Hot Chillli Pepper, Hole e Kaiser Chiefs.
E na sequência, Fresno....
Aí eu fui assistir Globo Esporte.

Ah, a net continua uma b****

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Luto, morre Lux Interior, do The Cramps

Luto

Morreu na madrugada de anteontem, na Callifórnia, vítima de complicações por problemas cardíacos Lux Interior, vocalista e líder da banda The Cramps.

Lux, que na verdade chamava-se Erick Lee Purkhiser, tinha 60 anos e formava desde 1973 com sua esposa Kristy Wallace, mais conhecida como Poison Ivy, a banda punk que praticamente introduziu o Psycobilly para as massas.

O The Cramps se destacava pelo visual cheio de adereços de couro e pelo teor malicioso de suas letras e apresentações.

Faziam o que hoje é considerado como trash, mas com muita competência e determinação.

Lux, Rest In Peace

Veja uma amostra do grupo no link abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=nBo4wZmH0UQ

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Rádios rock de São Paulo

Hoje estava assistindo à MTV e vi um clipe do Sepultura, Refuse/ Resist. Em determinada cena o Max Cavalera aparece com uma camiseta da 97FM. Se um garoto visse esse clipe hoje pensaria “-Mas que treco é esse, Sepultura com camiseta da 97FM?”

Pois é, a rádio 97 (FM 97,7) nem sempre foi o “Poperô” que é hoje. Nos anos 80 e começo dos 90 a rádio era referência para jovens que queriam ouvir um rock n’ roll de qualidade e sem firulas. Lá tocava-se de tudo. Rock inglês, Heavy, Classic, Garage, tudo o que você pensar.

Mais no começo do dial a 89FM começava a se destacar, comer uma parcela dos ouvintes da 97FM. A 89,1 (a rádio rock! – esse era o tag da rádio) teve um crescimento vertiginoso superando a rival em número de ouvintes e popularizando, ou ajudando a popularizar o rock no mesmo período 80/ 90.

A Brasil 2000FM ficava (ou melhor, fica) no final do dial com a freqüência de 107,3FM. Muito mais voltada para o underground a rádio teve seu período de glória na metade dos anos 90 nas mãos de Tatola e Roberto Maia que souberam “ouvir” a tendência da época e colocar com muita competência e irreverência programas que tinham a integração dos ouvintes como ponto alto. Hoje a rádio ainda existe, graças a Deus, mas sem a força daqueles anos.

A mais nova das rádios rock é a KissFm. No dial ela fica em 102,1 e é conhecida como a classic radio, que coloca em sua grade de programação rocks clássicos de todas as épocas do bom e velho rock n’ roll. Se bem que de vez em quando ouve-se um rockinho meia boca feito atualmente.

A 89 e a 97 morreram, fruto da incompetência de donos ou do próprio mercado, que engole pequenas audiências em frente a grande massa popular.

Sobrou a Kiss e a Brasil 2000, sabe-se lá até quando.

Um fator importante de destacar é a força da Internet nisso tudo. Apesar de ainda ser difícil de ouvir, devido a precariedade de nossas conexões telefônicas, existem diversas rádios que transmitem sua programação somente pela Net. É só fazer uma pequena busca pelo Google que logo acha-se rádios brasileiras e gringas transmitindo rock de todos os estilos.

Quando quero ouvir algo, uso a LastFM ou o wolfgangs vault. São muito bons, recomendo.

Seja pelo método tradicional ou pelos mais tecnológicos o importante é não deixar-mos de ouvir o clássico, e também as novidades do rock. Chega de funk carioca!

http://www.wolfgangsvault.com/

http://www.lastfm.com.br/

http://www.kissfm.com.br/

http://www.brasil2000.com.br/

Shows para 2009, valem a pena?

O que Deep Puple, Iron Maiden, Kiss, Motorhead e The Doors tem em comum?? Além da idade avançada todas tocarão em São Paulo nesse ano de 2009.

Tá, e daí?

Daí que, vale a pena? Ainda é relevante a presença de algumas dessas bandas em solo brasileiro?

Na minha opinião, sim e não.

Digo sim a duas delas, Iron e Motorhead. Apesar de não fabricar mais clássicos como antigamente o Maiden continua ativo, lançando discos legais (e legal aqui é um puta elogio) e com gás para enfrentar multidões de jovens e velhos fãs.

Já o Motorhead é totalmente apoiado na figura lendária de Lemmy Kilmister, seu baixista vocalista com voz e aparência de Ogro saído de uma fábula medieval. Só isso já vale o ingresso.

Deep Purple, Kiss e The Doors não levam o meu ingresso por nada.

O Purple não lança nada, simplesmente nada digno de nota desde Perpendicular (1996) e nesses últimos anos ainda perdeu o lendário Jon Lord. Cara, sem Ritchie e Jon não dá. E não preciso esquentar, pois ano que vem eles voltam.

O Kiss voltando ao Brasil é uma piada. Depois de uma passagem horrível em 1999 os caras deveriam pensar bem e passar longe de terras brasucas. A única passagem digna de nota foi a de 1983 e isso devido a importância da banda na época. A de 1994 é melhor nem lembrar.....

E o The Doors! É igual ao Queen sem o Freddy Mercury! A coisa já era ruim com o Ian Astburry e agora então que colocaram um tal de Bret Scollin como substituto; Jesus! A banda chama-se Riders On The Storm, talvez para esconder a vergonha de desenterrar um defunto mais do que fétido. Jim deve estar enterrado com a cara voltada para baixo pra merecer isso.

Mas é de se esperar que essas bandas aportem no Brasil nessa época do ano. O clima é agradável, tocarão com a torcida a favor e com casa cheia, serão tratados como eram nas épocas gloriosas e ainda sairão pela porta da frente com a sensação de dever cumprido. Nessa não caio, mais.

Para os que não estão nem aí, que acharam esse post uma bosta e QUEREM ir de todo jeito, siga o link abaixo com as datas dos artistas acima mencionados mais outros diversos que aportarão no Brasil nesse ano de 2009.

http://br.noticias.yahoo.com/s/28012009/48/entretenimento-prepare-se-shows-internacionais-2009.html

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Black Tide

Já falei desse moleques por aqui, mas nunca é demais elogiar quando o prato é bom. Ouçam BLACK TIDE! Procurem LIGHT FROM ABOVE na Internet! Enquanto essas pestes existirem o rock tá salvo, graças a Deus!!

Leiam

http://guitarplayer.uol.com.br/riffs/view.asp?id=2113

http://blogarorock.blogspot.com/2008/11/heavy-metal-mais-vivo-do-que-nunca.html

Claro 3G

Assunto fora do rock.

Alguém tem esse plano 3G da claro, esse que vem com o modem (Sony ou qualquer outro)? Ele funciona? Então me fale, pois o meu, com o perdão da palavra, é uma bosta! Só funciona quando quer e quando funciona é mais lento do a net de dez anos atrás.

Um fiasco!

Comentários

Comecei a escrever, pois muitos diziam que eu devia trabalhar na área de comunicação não na indústria, que eu falava pacas, que escrevia bem, ta, ta, ta.

Achei que montar um blog sobre o que mais gosto (rock) poderia ser uma boa idéia, um bom termômetro para perceber se as opiniões eram válidas ou somente um levante de amigos bondosos.

Mas como aferir esse termômetro? Através da opinião dos visitantes, amigos ou não. Por isso peço, comentem, opinem, é muito importante a opinião de todos, visitem e espalhem para os amigos. Não tenho a mínima idéia de lucrar com isso, se é o que estão pensando, quero apenas incitar todos a expressarem suas opiniões a respeito dos meus tópicos. Bons ou ruins são o que são, pois sou o que sou.

Um grande abraço!

Tô ficando velho....

Estou ficando velho.

Tive essa confirmação no último ano. Acabou o gás.

Essa afirmação vem depois de eu declinar de diversos shows que aportaram no Brasil no ano de 2008.

Quais os motivos:

Posso citar alguns tais como, preço dos ingressos, falta de horários na agenda e etc mas o real motivo é a falta de interesse, de saco mesmo.

Quando penso nos grandes shows em arenas, estádios, penso nas filas, na muvuca, na chuva, no sol, na espera.....

Os shows em lugares fechados não são menos caóticos, calor dos infernos, baseado na cabeça......

Adoro rock, adoro ver as bandas e o que elas podem oferecer. Não existe forma mais autêntica de um artista apresentar o seu trabalho do que ao vivo. Por isso que o teatro dá de dez no cinema e shows ao vivo arrebentam com qualquer álbum de estúdio, mas eu simplesmente não tenho mais paciência para o que vem antes de tudo isso.

Será que estou errado?

Acredito e espero que sim afinal, se estiver certo, e todos me acompanharem não teremos mais espetáculos e realmente não é isso que eu espero.

Mas, honestamente, com ingressos à R$200,00 eu me recuso a sair de casa passar raiva, tomar chuva e ao final dizer: “-Que puta show!”.

P.S. A falta de posts dá-se devido a incompetência da operadora de Internet de oferecer um serviço digno de aprovação.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Guitar Hero

Acabo de ler no Yahoo que o game Guitar Hero III – Legends of Rock bateu o recorde de 1 bilhão de dólares em vendas desde o seu lançamento em 2007.

Em tempos de pirataria, acesso fácil a qualquer tipo de mídia, isso é um espanto.

E o que faz de GH um fenômeno?

Não sei todos os ingredientes, mas um com certeza faz toda a diferença: a sensação de estar no palco.

Só quem já tocou um instrumento, “tirou” uma música difícil, abriu um sorriso ao final de um solo completo, sabe a sensação que é empunhar uma guitarra, um baixo e pensar (“caramba! Cheguei lá!). É isso que o game proporciona. A sensação de um rock star em cima do palco.

Lógico, guardada as devidas proporções.

A grande sacada do jogo, na minha opinião, foi diversificar os estilos e os anos das músicas. Todas as fases do rock podem ser encontradas no Guitar Hero. Anos 50, 60, 70, 80, 90 e do novo milênio. Rockabilly, Punk, Glitter, Glam, Heavy, Progressivo, Pop Bubllegum, tudo isso voe encontra no game.

E no que isso reflete?

O folhateen dessa segunda-feira teve como capa os novos guitarristas que estão começando devido ao game e que, por causa dele, também estão conhecendo artistas que nunca ouviram falar.

Isso é muito bom! A guitarra voltando a ser o centro do rock n’ roll devido a um jogo de vídeo game.

Agora, com licença que esse post me deu vontade de jogar!

Até!

http://br.tecnologia.yahoo.com/article/15012009/48/tecnologia-guitar-hero-iii-atinge-marca.html

http://hub.guitarhero.com/index_uk.html

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Irma Vap e a difícil arte de ir ao teatro

Irma Vap e a difícil arte de ir ao teatro

No último dia 10 eu e minha esposa completamos cinco anos de casamento. Decidimos fechar as comemorações da data com uma ida ao teatro.

Decidimos assistir “O Mistério de Irmã Vap” uma vez que ela já havia assistido a primeira montagem brasileira, que ficou doze anos em cartaz com Ney Latorraca e Marco Nanini, e tinha adorado. Eu topei na hora, pois acho os dois atores atuais da peça, Cássio Scarpin e Marcelo Médici, super talentosos e também estava ansioso para ver se realmente a peça era tudo isso que todos falavam.

Logo de cara tomamos um susto, setenta reais a entrada! Como não somos estudantes, pagaríamos cento e quarenta reais, uau! Mesmo assim não desistimos pois era um presente à nós e não somos de esbanjar tanto.

A peça iniciaria às 21h00 então fomos comprar os ingressos na hora do almoço para evitar afobação na entrada, somos chatos quando o assunto é muvuca – mal sabíamos o que nos esperava!

O Shopping Frei Caneca fica na rua de mesmo nome, uma travessa da avenida Paulista. Descobrimos que dentro do shopping existem dois teatros, um no 3º andar, o Nair Belo (junto com uma escola de atores) e o do nosso espetáculo, localizado no sexto andar.

Entrar no shopping é um desafio, o estacionamento é estreito e cheio de entra e sai. Graças a Deus achamos uma vaga escondidinha e do tamanho do nosso Celta. Entramos e ficamos vagando, nunca tínhamos entrado dentro desse shopping antes, até encontrarmos um segurança que nos indicou os elevadores. Não sei se estou correto, mas acho que o estabelecimento foi construído dentro de um prédio já existente, pois com exceção do térreo, todo os demais andares são apertados e de difícil acesso, idem ao odioso shopping Santa Cruz.

Dica. Existe dois grupos de elevadores, cada atende a um determinado grupo de andares. Já deu para imaginar como descobrimos isso né? Do outro lado de onde estávamos é que se encontravam os elevadores que nos levaria ao sexto andar. Todos com filas imensas!! Dá onde estávamos dava para avistar as escadas rolantes. Dei um toque na minha esposa e ela logo entendeu, vamos de escada!

1º para o 2º, 2º para o 3º, 3º para o 4º andar..... Pára! 4º andar só com credenciais! Foi assim que nos barraram. Minha esposa para a atendente: - Credencial para buscar ingressos na bilheteria do teatro?, e a atendente: - Bilheteria?, teatro? Ah ta podem subir. Nem vou postar o comentário da minha esposa para a menina!. Subimos até o 4º andar e em direção ao 5º, escadas bloqueadas..... Ninguém merece! O segurança nos avisou que aquele andar estava bloqueado, estava tendo uma feira de sei lá o que e que só de elevador para chegar ao 6º. Nenhum aviso, nenhum pessoal treinado para nos atender! E estávamos na Frei Caneca, bairro de bacana! Já estava começando a sentir saudades do teatro da associação Monte Azul....

Descemos até o 3º e fomos até o elevador, que por incrível que pareça subiu vazio!

O hall do teatro é muito bonito, decorado com muito bom gosto. Encontramos uma fila imensa mas naquele momento estávamos tranqüilos, tínhamos chegado e finalmente pegaríamos nossos ingressos. Mas que espera...... Ficamos mais ou menos uma hora na fila, cercados de crianças loucas para que os pais comprassem logo os ingressos para o show do Cocoricó (não tenho filhos, adoro crianças, fui um pentelho quando criança, mas não agüentava mais ouvir o nome do Júlio, personagem principal do infantil).

Ok, ok, o pior já tinha passado. Será?

Nos arrumamos, chegamos cedo, decoramos o lugar do elevador desde o pátio dos estacionamentos, ficamos uns vinte minutos para subirmos de elevador, conferimos nossos lugares, sentamos, ufa!. Vamos ao espetáculo!!!

Percebi, na hora de comprar os ingresso, que os lugares atrás de nós estavam ocupados. Mas já beirando o horário de início eles ainda estavam vazios, achei que tinham desistido (cento e quarenta paus jogados fora?) que nada! Logo chegaram uma senhora acompanhada de sua filha, que me chutaram, falaram durante a apresentação e tinham um cheiro de perfume barato dos infernos!!

E o espetáculo? A peça vale cada centavo! A montagem é um primor no quesito figurino, palco, o teatro é muito bonito e acomoda muito bem a lotação máxima. Os atores são formidáveis, cada um representando quatro personagens diferentes, com uma troca de roupa frenética, quase alucinante no que se refere a tempo. Marcelo Médici dá um show, deixando claro o tom mais cômico que tem. Cássio Scarpin tem uma classe atuando, uma segurança tão grande em seu personagem que você logo mergulha em qualquer um dos que ele “encarna”.

A direção de Marília Pêra é a cereja no bolo uma vez que ela tem grande conhecimento da história da montagem, tanto brasileira quanto americana. Enfim, um show digno de qualquer crítica seja americana ou européia.

Gostaria muito de voltar e assisti-la de novo, assim como o solo de Marcelo Médici “Cada um com seus pobrema” mas fiquei traumatizado com esse odioso shopping. Na saída demoramos uma eternidade descendo escadas rolantes (os elevadores estavam, para variar, lotados) e ao chegar no estacionamento só havia um guichê para validarmos nosso ticket. Mais uns vinte minutos para sair.....

Na volta minha esposa me viu rindo sozinho e perguntou: - O que foi?, eu respondi: - Nada, nada (na verdade estava pensando.... Essa experiência até que dava uma boa história!).

P.S.: Apesar de valer cada centavo, setenta reais para uma peça de teatro está muito fora dos padrões para a sociedade brasileira. Precisamos incentivar a ida das pessoas a eventos culturais dessa origem, mas temos que levar esse entretenimento à elas de forma mais acessível, seja na forma financeira ou na própria localização, avenida Paulista é muito fora da realidade de subúrbios São Paulo afora. Que fique registrado.

Abraço!