segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Benett

A charge abaixo está no blog do benett. Passei lá e encontrei outras pérolas. Visitem:

http://chargesdobenett.zip.net/

Ela foi expulsa

A aluna Geisy Arruda da Universidade Bandeirante (Uniban) foi expulsa depois do barraco que deu sua ida a faculdade com um vestido curto.

Polêmicas a parte achei essa charge na net. Ela fala por si só.

Charge by Benett

Lenny é cool

Chame ele do que quiserem, podem dizer que ele não é rock nem funk, nem preto nem branco, sem sal nem açucar, mas uma coisa Lenny Kravitz é: COOL.

Escute “ It Ain't Over 'Til It's Over”. Se, ao final você sentir-se ao menos um pouco mais fodão, isso significa que Lenny fez seu trabalho.

Não tenho a discografia toda do cara, nem dou muita bola para o trabalho dele, mas sempre que estou meio down, ponho pra rolar um track list que montei somente com as “mais tocadas” de Mr. Kravitz e tudo parece ficar mais fácil.

Lenny is cool, feel it!

01 – Mr. Cab Driver
02 – Blues For Sister Someone
03 – Aways On The Run
04 - It Ain't Over 'Til It's Over
05 – Are You Gonna Go My Way
06 – Rock N’ Roll Is Dead
07 – Can’t Get You Off My Mind
08 – I Belong To You
09 – Fly Away
10 – American Woman
11 – Again
12 – Stillness Of Heart
13 – Dig In
14 – California
15 – Where Are You Running
16 – I’ll Be Waiting
17 – Dancin’ Til Dawn

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Top 10 Discos (Da minha vida)

Essa lista é baseada em discos que marcaram a minha vida rock n’ roll. Não necessariamente são os “The Best” mas, por algum motivo, quando lembro da minha vida musical até aqui são eles que me aparecem na mente.

Coloquei-os em ordem cronológica de lançamento.

1. Machine Head – Deep Purple

Lançado em Março de 1972, esse disco do Deep Purple me marcou muito por ser um dos mais pesados e técnicos álbuns que já ouvi na minha vida. É clássico atrás de clássico, paulada atrás de paulada. Lembro-me de colocar o LP pra tocar na casa da minha avó e ter que usar os fones de ouvido, pois ela não suportava a voz do Ian Gillan e as guitarras frenéticas do mestre Ritchie Blackmore.

2. Piece of Mind – Iron Maieden

É incrível a força que esse disco tem para mim ainda nos dias de hoje. Eu não passo uma semana sem ouvir ao menos uma faixa desse discaço do Iron lançado em 21 de Setembro de 1983. Lembro-me exatamente que no dia em que o ganhei, na verdade era para levar apenas um outro (que ainda será citado aqui nessa lista), mas me encantei com aquela capa apavorante de um Eddie amarrado em uma camisa de força e mostrando tanto ódio e pavor ao mesmo tempo. Eu tinha dez anos...

Obs: Tico e Márcio desculpem-me pelos anos de maus tratos aos ouvidos tentando cantar as letras a plenos pulmões.

3. Appetite for Destruction – Guns n’ Roses

Definitivamente O disco que marcou o final da minha infância e começo de adolescência. Lançado no dia 16 de Julho de 1987 esse trabalho de Axl e cia chegou aos meus ouvidos primeiramente pelas mãos de um primo. Aquela mistura de punk com hard me seduziu imediatamente. As guitarras de Slash e Izzy, as loucuras de Axl Rose, toda a muvuca que a banda fez no final dos 80 e começo dos 90 nunca mais se repetiu no mundo rock n’ roll.

4. Duplo Sentido – Camisa de Vênus

Lançado para ser o último álbum de estúdio da banda liderada pelo excelente Marcelo Nova, Duplo Sentido foi colocado na praça em Outubro de 1987. Eu já estava contaminado pelo vírus do Camisa há tempos. Discos como “Viva” e “Correndo o Risco” já freqüentavam a minha vitrola em doses cavalares. Mas quando soube que o “Duplo” seria o último da banda e que seria de fato “DUPLO” não tive como agüentar. Enchi o saco dos meus pais para tê-lo e depois disso acho que perdi a minha inocência. Letras bem feitas (como sempre), instrumental minimalista e preciso e uma viceridade característica desses baianos fizeram desse disco um clássico da minha coleção. Detalhe: Piece of Mind veio de lambuja no dia em que fui comprar esse LP (Santa Graça!).

5. The Razor’s Edge – AC/DC

Fiquei sabendo desse lançamento em um jornal de São Paulo. Nessa época eu dava um suporte à uma tia vendendo coxinhas em um colégio e ganhava uns trocados (os primeiros). Juntei a grana necessária e comprei esse que foi a minha primeira aquisição sem a ajuda de pais, tios ou primos.
Lançado em 21 de Setembro de 1990, The Razor’s Edge mostrava um AC/DC cheio de vigor e um Angus Young enlouquecido no controle das cordas da sua Gibson SG. Ele foi o meu primeiro Guitar Hero.... Só a introdução de Thunderstruck já deveria valer o lugar do figura no hall da fama dos guitarristas.

6. Arise – Sepultura

02 de Abril de 1991. Esse dia é um marco para o Heavy Metal brasileiro Nesse dia foi lançado “Arise”, quarto disco de estúdio do Sepultura, a banda que levou a música brasileira a outro patamar mundo afora. Até ouvir “Orgasmatron”, cover do Motorhead gravado por eles nesse disco, meu conhecimento de música pesada se restringia aos discos que coloquei nessa lista até agora. Heavy Metal inglês, Hard Rock americano e afins. O Sepultura veio para mudar tudo: letras, acordes, performance, tudo era genuíno e novo para mim. O show de despedida da banda, que estava indo para uma bem sucedida turnê mundial, na praça Charles Miller – Pacaembu – SP, foi apoteótica (e também violenta, infelizmente)

7. Black Álbum – Metallica

Existem duas fases no Metallica. Antes e depois de Black Álbum. Antes a banda era adorada por introduzir, junto com Slayer, o gênero Trash dentro do Heavy Metal. Depois a banda além de carregar esse piano com muita competência conseguiu fazer seu som chegar a milhões de pessoas, que nunca haviam ouvido um som do Metallica. Eu estava dentro dessa maioria. Já ouvia Sepultura, mas não imaginava que eles eram influenciados por uma banda tão poderosa. Devido ao Black Álbum fui atrás de toda a discografia lançada até então e fiquei impressionado. Técnica, vigor, paulada com muita propriedade. Metallica carrega até hoje a sua fama mundial graças a Black Álbum. E o Trash Metal agradece por esse lançamento de Agosto de 1991.

8. Ten – Pearl Jam

Apesar de o grande nome do Grunge nos anos 90 ter sido o Nirvana, eu nunca fui muito fã da banda. Adoro o acústico e só. Mas esses moleques (hoje tiozinhos) do Pearl Jam me pegaram de jeito. Na verdade eles, Soundgarden e Alice in Chains foram a minha discoteca maior desse gênero de Seattle que invadiu rádios e TV’s no início dos 90 e que dita moda até hoje. "Ten" é o mais pop dos discos lançados pela banda e por isso o que mais tocou e passou nos canais de videoclipes. Tocou tanto que cansou, mas até aí o estrago já tinha sido feito e a semente já tinha sido plantada. O Pearl Jam com "Ten" mostrou um rock clássico, misturado com o punk/ indie e isso tudo virou pop.

9. Achtung Baby – U2

Não sou fã do U2, confesso que não ouço muito esse disco. Mas sempre que o ouço percebo algo diferente. Não sei o que aconteceu com a banda, a história diz que esse foi um disco perturbado, quase fez a banda acabar. Detalhes a parte esse álbum lançado em 19 de Novembro de 1991 mudou os rumos musicais do U2. E também os meus, mais flexíveis desde então. Talvez por isso ele seja tão importante para mim.

10. Definitely Maybe – Oasis

Muita gente odeia o Oasis, plágio mal feito dos Beatles, banda de armação, etc, etc, etc... Confesso que hoje tenho minhas ressalvas com a banda mas, em Agosto de 1994, fui pego pelos pés por esses irmãos ingleses cheios de pose, mas com o amplificador ligado no máximo. “Definitely” tem tudo o que uma banda de rock precisa para ser alçada a fama. Boas composições, bons arranjos e o mais importante de tudo, integrantes que causam polêmica e ajudam a alavancar as vendas. Esse primeiro álbum dos irmãos Gallagher me abriu a mente para outros horizontes, recheados de psicodelia, melodias e sotaque britânico.

Música é algo muito pessoal. Tem pessoas que ouvem de tudo, tem outras que não ouvem nada e tem aquelas que ouvem o que é importante para elas. Até hoje não sei em que categoria me encontro, mas sei que tenho paixão por ela. As vezes chega a ser frustrante não corresponder aos meus anseios musicais. Quando chega essa hora eu coloco um desses discos acima citados para tocar e tudo parece mais fácil

Com certeza essa lista vai crescer, mas os artistas que aqui estão e seus respectivos trabalhos nunca sairão do seus lugares.

Terminando...

Se fosse para fazer um track list de bate pronto seria o seguinte:

1. Deep Purple - Lazy
2. Iron Maiden - Still Life
3. Guns n' Roses - Paradise City
4. Camisa de Vênus - Chamam isso Rock n' Roll
5. AC/DC - Thunderstruck
6. Sepultura - Orgasmatron
7. Metallica - Wherever I May Roam
8. Pearl Jam - Even Flow
9. U2 - Who's Gonna Ride Your Wild Horses
10. Oasis - Supersonic

Até

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A todo volume

Acredito que vocês já sabem que já começou a 33ª Mostra de Cinema de São Paulo, estou certo? Bem, se a resposta for não entrem no site da mostra http://www.mostra.org/

Agora que você já entrou e viu a programação, pode perceber que tem pra todo gosto, inclusive para quem curte música no cinema.

Nesse quesito destaco o documentário "A todo volume" de Davis Guggenheim, ganhador do Oscar po "Uma verdade incoveniente". Nele o diretor consegue juntar três monstros da guitarra de diferentes épocas. Mr. Jimi Page, do Led Zeppelin representa os anos 60/ 70. The Edge do U2 se responsabiliza por representar os anos 80 e Jack White do White Stripes, The Raconteurs e The Dead Weather mostra o que os anos 2000 fizeram com a guitarra.

Separados cada um a sua maneira conta um pouco da história da guitarra e de como ela influenciou a origem das respectivas bandas.

Juntos dão um show tocando The Band e ainda fazendo Jams com músicas próprias.

Programa obrigatório para quem gosta de música e também aos não iniciados pela didática e envolvência do documentário.

http://cinema.uol.com.br/mostra/2009/filmes/a-todo-volume.jhtm

http://www.youtube.com/watch?v=5sBLir8H2zM

Them Crooked Vultures

Que o Dave Grohl tem faro para boas parcerias isso já está mais do que provado. Mas dessa vez o cara foi longe. Assumiu as baquetas e recrutou o já camaradérrimo Josh Homme (Queens of the Stone Age) para as guitarras mais o lendário baixista Jon Paul Jones (Led Zeppelin) e juntos formaram o Them Crooked Vultures.

O super grupo tem feito apresentações aleatórias desde Agosto e para o dia 17 de Novembro está previsto o lançamento do primeiro álbum, só de inéditas.

O lance é sério, de qualidade e mais uma vez mostra o mega potencial do Sr. Grohl para fazer música boa.

Quer ver os caras em ação?

Clique abaixo

http://www.youtube.com/watch?v=x1ISnz7LQDk

http://www.youtube.com/watch?v=WYYdli0P8YI&feature=related

Para mais informações acessem:

http://themcrookedvultures.com/

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Distrito 9

O blog é sobre música, mas não dá pra ficar de olhos fechados: Distrito 9 será o filme do ano!

Alienígenas que vivem como refugiados no Planeta Terra, numa favela da África do Sul, como ninguém pensou nisso antes? Algum paralelo com a nossa realidade aqui no Brasil?

Procurem na net, o filme já está disponível para download. A Folha de São Paulo deu uma bela reportagem sobre o filme no caderno Ilustrada desse Domingo, eu fiquei sabendo pelo blog do André Forastieri: http://andreforastieri.uol.com.br/?s=distrito+9

Leiam, assitam, reflitam, comentem....

Ie ie ie, Argh!

Não sei explicar em que momento da carreira Arnaldo Antunes virou um chato, mas acho que esse “vírus” da MPB tem uma certa influência.

Meu, o cara tá muito chato!! Já ouviram a nova música dele? Fujam!

Aos 49 anos, Arnaldo deveria continuar aonde parou ao sair dos Titãs, parado!

Pirateando a Coluna “Escuta Aqui” de Álvaro Pereira Júnior:

“ Como o vírus influenza, a música de Arnaldo Antunes muda pouco e sempre causa o mal”

Precisa dizer mais?

VMB - Não perca seu tempo


No dia 1 de Outubro, a MTV Brasil realiza a sua já tradicional festa de premiação dos artistas musicais do ano.
Mas, quem ainda se dá o trabalho de assistir a tais premiações? (além de familiares e amigos dos próprios artistas?).
Em 1995, quando a Marisa Orth apresentou o primeiro VMB, em clima, literalmente circense, a MTV Brasil vivia seu momento de expansão e a festa foi muito bem vinda e aceita.
Nos anos que se passaram muita coisa mudou, o canal cresceu, virou as costas para seu produto básico, encarou uma verdadeira mutação na programação, voltou atrás e hoje, tenta mesclar sua grade de videoclipes com os programas de variedades.
No meio disso tudo as festas de premiações continuaram a acontecer, sempre mais pomposas e nem sempre com o mesmo bom gosto.
Os apresentadores sempre foram o ponto alto do show, a própria Marisa, Pedro Cardoso, Mion, Cazé, Daniela Cicarelli sempre deram um UP numa cerimônia sem sal e sem pé nem cabeça.....
Por que, pense bem, qual a razão de eu saber quem é a banda do ano? O clipe do ano? Desde sempre esses adjetivos são muito superficiais. O que é bom pra você pode não ser bom pra mim e por aí vai. Fora que onde ficam os sambistas, os sertanejos, as duplas românticas, os funkeiros... Por que sinceramente todos eles fazem parte da nossa cena musical e sabemos muito bem que são simplesmente excluídos da premiação.
Sei lá, já fiquei muitos anos acordado pra ver em primeira mão os prêmios entregues a artistas como Sepultura, Raimundos, Titãs, Paralamas.... Mas hoje, pelo menos pra mim, a magia acabou, a luz queimou... E isso vale para o VMA também...
Ah!
Falando em VMA’s lembrei do Movie Awards uma premiação que vale a pena assistir pois, primeiro: Não se leva a sério e segundo: Tá sempre se reiventando...
Falow!

sábado, 12 de setembro de 2009

Provas

A primeira semana de provas já foi....

Ainda falta uma.....

Depois de seis anos parado, isso tá parecendo uma turnê de dois anos para mim....

Semana que vem eu volto....

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Oasis acabando, de novo...

Li na net que o Noel Gallagher estava pulando fora do Oasis depois de mais uma briga com o irmão Liam. Pela net também fiquei sabendo que dessa vez era o fim mesmo, que estava saindo da banda, pois não suportava mais as neuras e chiliques do irmão mais novo.

Dias depois li que os outros integrantes da banda também sairiam se Noel não ficasse, pois somente Noel conseguia “domar” o Gallagher mais rebelde.

Liam é o culpado disso tudo?

Com certeza não.

A fama do Oasis sempre foi calcada na relação tumultuada dos dois irmãos, nas brigas em público, nas arruaças pré, durante e pós shows. No descumprimento de contratos e demais responsabilidades.

Logo no início, quando o primeiro disco da banda “Definitely Maybe” estourou, o baterista daquela época Tony Mccarroll foi expurgado e meteu um processo contra os irmãos Gallagher pedindo milhões de indenização.

Após o lançamento de “(What’s the Story) Morning Glory?” a banda se lançou numa empreitada rumo a conquista dos EUA, maior Mercado consumidor de música ocidental do mundo. Até hoje não sabemos o fim dessa história pois no meio da turnê os caras quebraram o pau e simplesmente cancelaram todos os shows que ainda tinham no país, queimando o filme da banda para todo o sempre na terra do tio Sam.

Quando Liam chamou Noel para fazer parte do Oasis, ele aceitou com uma condição, mandar na banda e escrever todas as músicas gravadas pela banda. A estratégia mostrou-se vencedora, a banda decolou, explodiu para o mundo e até hoje ainda leva milhares de pessoas para assistir um espetáculo do grupo (brigas à parte os caras mandam muito bem em cima de um palco).

Com o passar do tempo os outros integrantes da banda foram se enchendo e saindo fora, Bonehead, Paul McCuinan (essa foi a até então maior crise da banda, que se viu sem dois integrantes até então indispensáveis) e outros entrando, Andy Bell e Gem Archer (mostrando muita personalidade e competência). A banda se solidificou novamente e parecia ter entrado numa engrenagem bem lubrificada de shows, bons discos e paz.

Até a notícia de Noel saindo da banda.

Não acredito em nada que envolva crise, briga e afins no Oasis, tudo pode ser marketing, ou simplesmente birrinha do mimado do Liam ou o Noel finalmente se viu na possibilidade clara de lançar seu tão aguardado álbum solo porque, artista por artista, ainda fico com Noel.

É esperar pra ver.....

Mando Diao

O que será que tem na Suécia para que o país revele tantas bandas legais??

Estou aqui sintonizado na MTV e vendo uma banda de nome Mando Diao.

Para vocês terem uma idéia o som dos caras é uma mistura de Beatles com The Hives, muito
dançante, poderoso, bem feito e contagiante.

Acessem e confiram

http://www.mandodiao.com/site/main.php

Querem conhecer mais bandas da Suécia?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Bandas_da_Su%C3%A9cia

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

The Watchmen Soundtrack

Seguindo a linha trilha sonora lembrei-me do filme Watchmen e de sua trilha recheada de classic rock. Lá você encontra Bob Dylan com “The Time They Are a Changin”, Janis Joplin “Me and Bob McGee”, Jmi Hendrix “All Along The Watchtower” e muitos outros medalhões da música americana. Temos ainda a grata surpresa do My Chemical Romance com uma releitura irreconhecível do clássico de Mr. Dylan “Desolation Row”.

Praticamente todas as músicas são partes essenciais da trama e estão intimamente relacionadas sejam nos quadros ou nos diálogos dos personagens.

Bem mais clássica e comportada do que a “soundtrack” de “Jennifer’s...” “The Wacthmen Soundtrack” cumpre o que promete aos fãs, diversão sem perder a identidade.

Jennifer's Body - Garota Infernal

Alguém assistiu a Juno? A comédia com roteiro pra lá de bem bolado que conta a história da menina mal humorada e deliciosamente encantadora (vivida por Ellen Page) que engravida do melhor amigo e lida (ou tenta lidar) com a situação com o maior alto astral?

Pois bem, essa história toda saiu da cabeça de Diablo Cody, nascida Brook Busey, uma stripper que não precisava ser stripper, mas foi ser stripper por que.... queria ser stripper!!

Bem, Juno fez um puta sucesso, Diablo ganhou um Oscar e..... escreveu um roteiro de filme de terror que tem como protagonista Megan Fox (se eu tiver que escrever sobre quem é MF é porque você que está lendo esse texto morou em Marte nos últimos, sei lá.... 3 anos, no mínimo).

No filme “Jennifer’s Body” que no Brasil receberá o fantástico, fabuloso, amendrotador nome de
'Garota infernal" (no comments...) a deliciosa Megan é uma cheerleader que faz parte de um sacrifício que sai errado e é possuída por um demônio. Depois disso a danada sai comendo (literalmente) todos os meninos da escola.

Olha, não sei vocês, mas tô louco (!) pra assistir o filme. Adoro esses trecos nada a ver, cheerleader demoníaca, muito sangue, comédia e Diablo Cody mandando bala nos diálogos pra lá de bem sacados.

Como amostra do que virá ao menos aos meus ouvidos, escutei a trilha sonora que tem Panic! At The Disco, Dashboard Confessional, The Sword, Black Kids, White Lies, entre outros e posso dizer o seguinte: Se seguir a trilha o filme será estiloso....

A escolha das bandas tem tudo pra agradar os moderninhos de plantão e isso não é ironia negativa não, é coisa boa, só coisa boa. Se bem que por mim tudo ia na linha do The Sword, mas tudo bem.

Agora é só esperar até 23 de Outubro, data prevista para o lançamento do filme aqui no Brasil.

Até lá, deguste o trailer

http://www.youtube.com/watch?v=VYQ19JM_M1g

E saiba mais sobre o filme

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jennifer

Sounds of the Universe - Depeche Mode

Assim que ouvi “Wrong” primeiro single do Depeche Mode para seu novo disco, “Sounds of the Universe” fiquei interessadíssimo em ouvir o restante do trabalho dos caras.

Após passarem quatro anos sem gravarem nada, o trio formado por David Grahan, Martin Gore e Andrew Fletcher chega a décima segunda gravação de estúdio mostrando que ainda tem vigor, atitude, e principalmente, boa música.

Li que de certa forma esse é um trabalho em os caras voltaram as raízes, mas sinceramente, isso não faz diferença para mim que sempre gostei dos sons meio eletrônico/ industrial/ rock/ sei lá mais o quê.

A voz de David continua linda e as composições extremamente bem compostas, com destaque para a belíssima “Peace” em que David canta “- Basta olhar para mim/ Estou vivendo um ato de santidade/ Dar todas as virtudes que possuo/ Vou iluminar o mundo”.

O Depeche Mode volta para mostrar que rock pode ser feito com sintetizadores, lindas letras e muita atitude.

Assistam ao clipe de Wrong e Peace nos links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=5bsXOcK9_Cw&feature=fvst (Wrong)

http://www.youtube.com/watch?v=Fo0lC_K7iyY (Peace)

Mudança de Lay-Out

E para comemorar o retorno, uma mudança radical no visual do blog.

Falou!

Preguiça, responsabilidade e conteúdo

Preguiça, falta de tempo, preguiça, chateação, preguiça, conexão de internet LIXO, preguiça. Pois é, esses fatores me afastaram do Blogarorock desde 13 de Julho último. Mas estou de volta, agora com conexão um pouco mais respeitável (espero que também estável), com muito mais FALTA de tempo e um pouco menos de preguiça.... Tá a preguiça continua igual.

É engraçado gerenciar um blog. Ele nada mais é do que um diário a respeito das suas impressões a respeito de qualquer assunto, ou deveria de ser assim, mas tornou-se uma ferramenta de marketing e de trabalho para milhares de pessoas ao redor do mundo.

No meu caso foi muito interessante, tinha, e ainda tenho zilhões de idéias, histórias e opiniões a respeito de tudo, mais especificamente rock e não tinha com quem conversar (amigos rockers vocês sabem quem são e não estão nessa lista) então, resolvi montar o Blogarorock para tentar expandir minhas idéias e quem sabe, render boas discussões.

Mas nem tudo sai como esperamos e juntando tudo num só caldeirão ficou claro que realmente não nasci pra escrever e sim para consertar máquinas, hehehe. Nada disso o que quero dizer é que levar o negócio a sério, postar diariamente, juntar idéias na tela do PC, coisa e tal não é nada fácil e devagarzinho vou aprendendo.

Não sou da geração internet, mas já estou bem familiarizado e posso garantir que um Blog, um Site, um grupo de discussão, são todos benéficos (quando usados com responsabilidade e para o bem) e atuam como catalisadores e formadores de opinião de muitos jovens que hoje não ligam mais a TV e sim seus notes para saberem as notícias, as novidades musicais e cinematográficas e tudo mais que o mundo oferece.

Não me comprometo, mas o esforço será feito para que o Blog ande, mesmo porque ele é um catalisador, uma válvula de escape para que eu fuja da realidade cinza do ia a dia e pule de cabeça na fantasia colorida do mundo da música.

Um abraço