terça-feira, 29 de junho de 2010

Trilha Sonora - Kick Ass



Gostei muito da trilha sonora do filme Kick Ass, a ser lançado no Brasil em breve.

Diferente das trilhas sonoras de filmes adolescentes atuais, cheias de bandas “indie”, essa vem calcada na eletrônica e no rock puro e simples mesmo.

A bagaça já começa em grande estilo com Prodigy sacudindo a casa com “Stand Up”, uma viagem, dançante, metais afinados para alegrar. Nela vemos que a trilha segue a cartilha Tarantino de ser, diálogos no começo da faixa, destacando passagem do filme.

Logo depois, um desconhecido para mim, mas já ídolo na Europa e EUA, Mika encarna o Kick Ass com a faixa título e faz o impossível, um single de respeito que não tem nada a ver com a proposta sangrenta e mal educada do filme. A música tema tinha tudo pra dar errado, mas é ótima. O tal de Mika pode ser tudo, menos burro. Soube usar a oportunidade e fez uma ótima letra e trabalhou bem a levada da música, agradando a gregos e troianos.

E a qualidade só vai subindo, agora é vez do Primal Scream dar as caras com seu rock às vezes de boa, as vezes nervoso, dançante, eletrônico, contagioso. “Can’t Go Back” é a minha faixa predileta. Aqui começa o lado rock do disco, mas mesmo assim sem lançar mão dos sintetizadores e da batida dançante.

Prodigy marca presença de novo na faixa 4 “Omen”, agora frenético e neurótico como já o conhecemos

E assim vamos passeando por faixas ótimas, por exemplo, “Makes Me Wanna Die” do The Pretty Reckless, a minha grata surpresa do disco.  New York Dolls marca presença com a sempre saborosa “We’re All In Love”. O rei Elvis vem com a clássica “An American Trilogy”.

Já as “esquecíveis” marcam presença com “There’s a Pot Brewin” do pessoal do The Little Ones, chatinha e modorrenta, “Banana Splits” do The Dickies  e “Starry Eyed”  de Elle Goulding que achará seu público no meio do pessoal que curte Mika e afins.

Tem mais, mas nada demais....

Em resumo uma trilha que é honrosa e prima por fugir do lugar comum das trilhas que apostam nas “modinhas”.

Abaixo a sequência do CD















E onde você pode encontrá-la.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nowhere boy

Essa dica eu peguei no blog da querida Ana Maria Bahiana

Desde já estou ansioso pelo resultado final...

Veja o trailer.

Rush



Eu tinha uma certa birra do Rush.

Não sei porque.

Talvez por ouvir “Tom Sawyer” um milhão de vezes... Sei lá...

Quem me livrou dessa birra foi uma amiga.

Que tinha todos os discos da banda, importados, diga-se de passagem, ela gostava de afirmar.

Comecei ouvindo “Counterparts”, de 1993. Para muitos um álbum fraco na extensa discografia, mas que me serviu de referência, pois era até então (acho que continua) sendo um dos discos mais pesados do Rush.

Gosto muito desse disco.

Muito mesmo. Sempre que ouço, canto as músicas e as batidas na cabeça e de cor, coisa rara em se tratando de mim, mente fraca...

Depois desse “aperitivo”, comecei a degustar os clássicos.
“Fly by Night” (1975), “Caress of Steel” (1975), “2112” (1976),  “A Farewell to Kings” (1977) e por aí vai….

E fui percebendo que era uma tremenda birra mesmo que eu tinha, sabe-se lá com o que, pois a cada álbum que eu ouvia, ia descobrindo preciosidades e cada vez mais, me deliciando com as letras e principalmente com a técnica de Geddy, Neil e Alex. Músicos fantásticos a serviço do rock.

“Counterparts” continua sendo o meu preferido. Acho que pela maneira que me pegou despercebido, sempre me lembro com carinho da época em que o ouvi pela primeira vez. E o disco é ROCK assim mesmo, em Caps Lock!

Para quem quer começar a ouvir o Rush, sugiro o “Rush In Rio”, que trás os clássicos, tocados ao vivo e em uma apresentação fantástica do Rio de Janeiro.

Para o “Counterparts”, clique aqui.

E para saber mais do Rush, aqui

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Slipknot


A primeira música que ouvi do Slipknot foi Spit It Out. Confesso que não me empolguei muito. Vendo o clipe me empolguei menos ainda. Um bando de mascarados, em um videoclipe tributo ao filme “O Iluminado”, sei lá.... Deixei quieto.

Tempos depois encontrei uma resenha do segundo disco dos caras, intitulado “Iowa”. O texto falava muito bem do disco, destacando o peso e a originalidade do som.

Fui atrás e recebi um tapa na orelha! Realmente o peso tomava conta de todos os espaços reservados ao som. Não encontrei toda a originalidade que o crítico havia ressaltado, mas realmente havia algo a mais naquela banda de mascarados que pareciam ter saído de um conto de horror.

Esse continua sendo até hoje meu disco favorito do Slipknot. Uma banda com claras influências do som do nosso Sepultura, afinal, que outra banda de metal usa percussão no seu som? É nítida a influência do disco Roots em todo o trabalho dos metaleiros mascarados.

Depois de Iowa, com o território devidamente demarcado, o Slipknot lança seu terceiro trabalho, Vol. 3: The Subliminal Verses, que mantém o som característico da banda e ajuda a angariar mais fãs para a lunática e já mundialmente seita de adoradores dos 9 mascarados.

Em 2008 chega as lojas All Hope is Gone, quatro e até agora mais recente trabalho da banda, que vendeu muito bem, mas não é tão bom como os dois precedentes.

Nota triste no presente da banda é o falecimento do seu baixista e um dos fundadores do Slipknot, Paul Gray. Ainda é indefinida a causa da morte do músico, e os integrantes tiraram as máscaras em uma emocionada conferência de imprensa em homenagem ao amigo.

Mais Slipknot nos links abaixo








domingo, 16 de maio de 2010

LUTO - Ronnie James Dio


Na manhã desse domingo morreu, aos 67 anos, decorrente de um câncer estomacal, Ronnie James Dio, lendário vocalista de heavy metal, que marcou seu nome na história do rock ao fazer parte do Black Sabbath e do Rainbow, além de ter uma carreira solo muito bem solidificada.

Mais notícias, clique aqui

Para saber mais sobre a lenda, clique aqui

Para sacudir o esqueleto e balançar a juba reverenciando o mestre, assista aos clipes de Dio abaixo

RIP

http://www.ronniejamesdio.com/







quinta-feira, 6 de maio de 2010

Diretores de videoclipe - Romain Gavras


Para os cinéfilos o sobrenome Gavras não tem mistério, ele logo remete ao cineasta Costa-Gavras, famoso por seus filmes com teor político. (caso queiram uma demonstração do talento dele podem assistir “O Quarto Poder” com Dustin Hoffman e John Travolta).

Seu filho, Romain Gavras ainda não tem uma carreira consolidada no cinema, mas vem fazendo muito barulho com a direção dos seus videoclipes.

O seu último é o mais discutido do momento, “Born Free” da cantora M.I.A. foi acusado e defendido na mesma proporção devido ao alto conteúdo de violência.

Não menos violento “Stress” do Justice também criou polêmica ao retratar uma gangue de jovens arruaceiros em ação.

O fato é que esse jovem francês de 28 anos, independente das polêmicas ao seu redor e do seu sobrenome famoso, sabe como fazer em poucos minutos uma música virar filme. É muito bom ver artistas como ele colocando em prática a sua visão e por conseqüência entregando à nós uma visão da obra de outro artista. E sempre pontuando com mensagens nem sempre tão óbvias, mas que estão sempre lá para “pescarmos”.

Se você tem curiosidade a respeito da pequena, ainda, obra videoclíptica de Gavras, clique aqui.

Confie em mim, todos valem uma olhada.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Dead Weather/ Omar Rodriguez Lopez

Essas duas eu “peguei” no blog do maia.




Jack White já tem na agulha o novo do Dead Weather, projeto extra curricular do cultuado guitarrista do White Stripes.

Ouvi as faixas direto do blog do maia e cheguei a seguinte conclusão. Não sei se pelo fato do vocal ser do Jack, ou o timbre da guitarra ser tão característico, todo projeto em que o cara se mete parece ser uma versão do White Stripes sem a Meg e com um baixo pontuando as batidas. Não que isso desmereça o trabalho, eu por exemplo, estou aqui remexendo o esqueleto enquanto escrevo essas linhas ao som de “Hussle and Cuss”.  Apenas falta um pouco de novidade no som que já tornou-se referência para as novas (boas) bandas surgidas nesse novo milênio.

+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++



Você conhece o At The Drive In?, The Mars Volta?, não? Então está perdendo a chance de ver/ ouvir um dos melhores guitarristas da atualidade em ação.

Omar Rodriguez-Lopez é dono de uma técnica ao mesmo tempo anárquica e complexa, que muitos podem sentir dificuldade ao ouvir pela primeira vez, mas que com o passar do tempo vão tornando-se obrigatória no playlist.

Omar sentiu o gosto do mainstream ao fazer parte da banda At The Drive In. Junto com seus parceiros, Cedric Bixler Zavala, Jim Ward, Paul, Hinojos e Tony Hajjar lançaram discos que influenciaram todo esse “movimento” indie/ emo do início dos anos 2000. Porém, diferente dessas bandinhas, o som do ATDI era uma fusão de hardcore com eletrônica e até pitadas de Jazz, culpa da formação eclética de seus integrantes.

Depois do fim do At The Drive In, Omar e o vocalista Cedric Bixler fundaram o The Mars Volta, banda que tinha o duo como pilar e outros integrantes como contratados ou convidados caso de John Frusciante, excelente guitarrista do Red Hot Chilli Peppers.

No The Mars Volta, Omar sentiu-se à vontade para colocar toda a sua influência psicodélica em ação, compondo músicas viajantes com diferentes tons de guitarra e sintetizador. Como dito anteriormente, um som de difícil digestão mas que se mostra indispensável depois do costume aos ouvidos.

Omar juntou-se ao parceiro John Frusciante e estão lançando seu primeiro álbum em parceria. Simplesmente obrigatório!


E se quiser, faça do download, é de grátis!!!!!

Bons sons vindo na faixa é coisa muito boa para deixar passar....

Ah!. Caso queira pagar, a sua quantia, qualquer que seja, será destinada a um fundo educacional chamado "Music In School", parceria dos dois guitarristas.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Novo Beastie Boys em Setembro

Disco novo dos Beastie Boys é sempre uma boa notícia

"Hot Sauce Committee Pt. 1" deve sair em Setembro de 2010.

Vamos aguardar!!

http://musica.uol.com.br/ultnot/2010/05/04/beastie-boys-finaliza-novo-album-que-deve-ser-lancado-em-setembro.jhtm

Enquanto isso ficamos com um clipe do último trabalho dos caras "The Mix-Up". A música, “Off The Grid”.



M.I.A. - Born Free

Precisamos de mais vídeos como o que você verá abaixo.

Não pela explicitação da violência, mas por mostrar de forma crítica e artística a realidade atual.

M.I.A. - Born Free

http://www.miauk.com/

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Soundtrack of Dave


Vasculhando as minhas músicas encontrei um dado interessante. Tenho muita coisa do Dave Grohl em outras bandas. Seja como convidado ou em projetos paralelos, o hiperativo Dave tá em todas.

Com esse material todo em mãos, decidi fazer um soundtrack of Dave. A lista das músicas segue abaixo:

  1. Nirvana – Drain You
  2. Foo Fighters – All My Life
  3. Brian May & Dave Grohl (Missão Impossível 2 – Trilha Sonora) – Have A Cigar
  4. Iommi (disco solo de Tommy Iommi) – Goodbye Lament
  5. Queens Of The Stone Age – A Song For The Dead
  6. Probot – My Tortured Soul
  7. Killing Joke – Asteroid
  8. Them Crooked Vultures – Scumbag Blues
  9. Slash – Watch This

Essa é uma pequena lista de artistas que já contribuíram com, ou que Grohl já contribuiu. Tem muito mais por aí...

Link para download das músicas

terça-feira, 27 de abril de 2010

Soulfly - Omen


Uma das notícias mais pesadas e tristes que recebi do mundo da música foi a saída de Max Cavalera, do Speultura, em 1996. Para mim, fã de carteirinha não só da banda como de Max, aquilo parecia o fim. O fim da banda, o fim de Max, o fim de ver o Sepultura como a maior banda de metal do mundo.

Mas o tempo passou, o Sepultura seguiu seu caminho e Max também. E para a minha felicidade ambos seguiram bem, pelo menos musicalmente.

O Sepultura recrutou Derick Green e o americano adaptou-se perfeitamente à banda, lançando ótimos discos e segurando a onda nas piores dificuldades. Aprendi que o Sepultura está acima dos irmãos Cavalera.

Já Max montou o consagrado Soulfly. Uma banda de um homem só, que ao longo dos anos lançou sete discos e influenciou/ influencia milhares de jovens headbangers ao longo do globo.

Com um estilo peculiar de fazer metal, Max e o seu Soulfly nunca deixaram as raízes brasileiras de lado e esse lado “Roots” pode ser observado principalmente nos primeiros trabalhos da banda “Solfly” de 1998, “Primitive” de 2000 e “3” de “2002”. Depois disso Max foi pesando cada vez a mão nos trabalhos, como pode-se observar em “Prpphecy” de 2004 e principalmente “Dark Ages” de 2005, disco onde encontra-se uma fúria nunca vista em trabalhos do Soulfly (o meu preferido até aqui).

Em 2008 foi lançado “Conquer” que equilibra muito bem todos os estilos de metal apreciados por Max, pode-se ouvir sons de Doom, Grind, Punk, Hardcore, Melódico, tudo numa mesma cesta.

Agora, em 2010, Max e sua turma lançam “Omen”, disco que aponta o futuro do Metal. Apesar de ser um estilo quase imutável, é nítida a mudança de rumo que Max consegue com esse disco. Assim como estava fazendo com o Sepultura, Max faz com o Soulfly a transcendência do som, nada radiofônico, mas ao mesmo tempo obrigatório a todos aqueles que querem entender o futuro do som nesse século 21.

Max Cavalera sem querer muda os rumos do metal.

http://www.4shared.com/get/269721470/3ed5fe64/Soulfly_-_Omen.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Soulfly

www.soulfly.com/board_posts

http://blogdomaia.blog.uol.com.br/

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Luto - Peter Steele



Morreu um dos vocalistas e letristas mais originais do rock/ metal.

Peter Steele, 48 anos,  morreu de causas ainda não confirmadas na noite dessa quarta-feira. O artista lutava contra o vício de álcool e cocaína (sempre os mesmos ingredientes).

Em 1993 a banda ficou conhecida mundialmente ao lançar "Bloody Kisses", que emplacou hits macabros com "Christian Woman" e "Black Nº 1".

É sempre uma grande perda a morte de um talento por razões estúpidas (se forem confirmadas as drogas em questão).

Mais Type com Steele abaixo....

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/04/15/vocalista-da-banda-type-negative-peter-steele-morre-aos-48-anos-916346600.asp

http://www.typeonegative.net/index.php

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bloody_Kisses

http://www.youtube.com/watch?v=3sMALbhJU6M

http://www.youtube.com/watch?v=vFwYJYl5GUQ&feature=related

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Them Crooked Vultures - Gunman

Definitivamente a minha banda preferida atualmente, veja como é poderosa a performance dos caras... Coeso, pesado, tecnicamente perfeito, isso é uma apresentação de uma banda de rock.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Rock Nacional, Paralamas, Herbert De Perto

Sempre tive um pouco de receio com o rock nacional. Bandas como Capital Inicial, Legião Urbana, Barão Vermelho, por exemplo, sempre me levantaram suspeitas sobre a “originalidade” do som vindo de tais bandas nacionais.

Dentro dessa sacola a que mais me intrigava e me deixava ressabiado era a banda de Herbert Vianna e CIA, os Paralamas do Sucesso. Primeiro porque o som dos Paralamas nunca foi totalmente rock, os caras flertavam com reggae, ska, elementos africanos e outros sons latino americanos e eu, no alto do meu altar rock n’ roll nunca poderia aceitar uma coisa dessas (santa ignorância!). Segundo, o líder da banda, Herbert Vianna, nunca me despertou interesse como músico ou artista em geral. Achava-o prepotente, metido a estrela e rockstar.

Mas fui crescendo e percebendo, graças a Deus, que eu estava errado, ao menos no julgamento precoce e sem conhecimento de causa com relação ao rock nacional.

Se quiséssemos um rock mais cru podíamos recorrer ao punk dos inocentes, se quiséssemos umas pitadas do Mod inglês, tínhamos o  Ira!, assim como o blues rock clássico do Barão Vermelho ou o trovadorismo oitentista da Legião Urbana.

Dentro dessa salada musical que se tornava o rock nacional dentro da minha cabeça, os Paralamas do Sucesso ganharam um espaço especial devido exatamente as características que antes eu repudiava. Os elementos característicos da nossa cultura que eram inseridos dentro das canções da banda. A originalidade que eu antes desconfiava que existia estava mais do que evidente nas letras, nas músicas e no contexto geral do trio Herbert, Bi e Barone.

Os Paralamas do Sucesso são um grande power trio, que contam com um excelente baterista, João Barone, um competente baixista, Bi Ribeiro, e com um mais do que genial guitarrista e compositor, Herbert Vianna.

O talento dos três fica mais do que evidente no DVD “Herbert De Perto”, que narra a história do frontman dos Paralamas desde a infância nômade (devido a profissão do pai), passando pela montagem da banda, a chegada ao sucesso, a tragédia do acidente que matou a esposa de Herbert e causou a sua paralisia e atinge o ápice mostrando a sua força mental e física para recuperar-se.

É incrível como, em nenhum  momento, os três deixaram as conseqüências da vida os separarem. A força criativa de Herbert nunca teria voltado à tona sem a ajuda desse “irmãos espirituais” como o próprio Herbert os chama.

Na época do acidente, Herbert Vianna já figurava na minha lista dos maiores guitarristas brasileiros e agora, depois de saber um pouco mais da sua vida e dificuldades, torna-se um dos maiores símbolos para mim de demonstração de determinação, talento e mais do que tudo, amor pela vida...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Hevisaurus - Heavy Metal No Jardim De Infância

Já imaginou o seu filho de quatro, cinco anos pedindo um disco do Stratovarius? Acho que não né? Mas bem que você, metaleiro fanático, ficaria orgulhoso se o moleque chegasse com um pedido desse ao invés dos tradicionais discos infantis que muitas vezes acalmam a criançada mas deixam os pais com os ouvidos sangrando de tão chatos.

Não sei se esse foi o mote mas, integrantes do citado Stratovarius e do Sonata Arctica juntaram-se e formaram uma banda de metal para crianças! Isso mesmo, o Heavisaurus é um grupo de dinossauros com vestes cheias de  couro e rebite que tocam músicas tradicionais infantis da Finlândia com arranjos de metal melódico.

......

Fiquei pensando se a moda pega, já imaginou, Dr. Sin, Angra, Sepultura, juntando-se para cantar "Atirei o pau no gato?"

Vamos lá, curta o som dos dinos!







http://br.noticias.yahoo.com/s/05042010/48/entretenimento-heavy-metal-criancas.html

http://www.hevisaurus.com/




quinta-feira, 1 de abril de 2010

Diretores de videoclipe - Stéphane Sednaoui

Pense em cores fortes, muita luz, neon.

Junte tudo isso em um videoclipe.

Você tem a fórmula de Stéphane Sednaoui, fotógrafo francês que no início dos anos 90 decidiu embrenhar-se na seara videoclíptica e se deu muito bem.

Seus vídeos quase sempre multicoloridos, estilosos até o último segundo de duração, nem sempre se preocupam em seguir a linha da canção em que se baseiam e sim deixar uma marca, quase uma grife.

Recentemente Stéphane dirigiu “Control”, cinebiografia carinhosa do líder cult do Joy Division, Ian Curtis,

Mais Stéphane, abaixo

http://www.stephanesednaoui.com/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Stéphane_Sednaoui

Give It Away – Red Hot Chilli Pepper (1991)



Sometimes Salvation _ The Black Crowes (1992)



Fever – Madonna (1993) *Sem audio



Queer – Garbage (1995)

http://www.youtube.com/watch?v=yo-ROkbvtxE&feature=related

Sleep To Dream – Fiona Apple (1997)

http://www.youtube.com/watch?v=nnic9omRV2M

Lotus – R.E.M. (1998)

http://www.youtube.com/watch?v=vu2jN3d2zzU

Around The World – Red Hot Chilli Peppers (1999)

http://www.youtube.com/watch?v=a9eNQZbjpJk&feature=related

Mixed Business – Beck (2000)



Dream On – Depeche Mode (2001)

http://www.youtube.com/watch?v=YDAXl05rJNQ

Diretores de videoclipe - Michel Gondry

Sabe aqueles sonhos insanos que temos, de acordar no meio da noite achando que estava em outra dimensão, pois bem, é essa a sensação que temos depois de ver um dos clipes de Michel Gondry, francês que se especializou em usar a ilusão, os truques básicos, sem uso de efeitos fantásticos, mas com resultados surpreendentes que nos levam a um lugar dentro das músicas que jamais visitaríamos se não tivéssemos a oportunidade de conhecer a música com o seu toque pessoal.

Dono de um estilo peculiar e particular dirigiu dezenas de videoclipes até lançar seu primeiro longa metragem “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Memórias” da onde conseguiu extrair uma performance nunca antes vista do comediante Jim Carrey e como dito na primeira linha, usou de todas as suas nuances para extrair o máximo de ilusão dentro de um sonho.

Michel Gondry, mais um TOP DIRECTOR...

http://www.michelgondry.com/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Gondry


http://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Gondry


Human Behaviour – Bjork (1993)



Protection – Massive Attack (1995)



Like a Rolling Stone – The Rolling Stones (1995)



Around The World – Daft Punk (1997)



Everlong – Foo Fighters (1997)

http://www.youtube.com/watch?v=llLWtvpPz7A&feature=related

Star Guitar – The Chemical Brothers (2002)



Fell In Love whit a Girl – The White Stripes (2002)



Come Into My World – Kylie Minogue (2002)



Ride – The Vines (2004)

http://www.youtube.com/watch?v=QDGpO0truqQ&feature=related

Hard ‘Em Say – Kanye West (2005)

Diretores de videoclipe - Spike Jonze

A história do videoclipe pós MTV confunde-se com a de Spike Jonze.

Nascido Adam Spiegel, Spike adotou a alcunha enquanto trabalhava em uma loja durante seus estudos.

Antes de tornar-se diretor de videoclipes, fundou uma revista, foi videomaker de performances de skate e fotógrafo.

Fora isso também atuou como ator em produções hollywoodianas e atualmente dedica seu tempo a dirigir filmes fabulosos.

Esse multi artista talvez não tenha noção da responsabilidade e de como é referência para uma geração inteira de jovens que cresceram vendo suas peripécias videoclipticas. Às vezes nem curtia a banda ou a música mas ficava vidrado nos clipes com roteiros doidos e edição fabulosa.

Mais Spike Jonze?

Acesse




Abaixo selecionei dez vídeos da galeria de Mr. Jonze:

100% - Sonic Youth (1992)



Buddy Holly - Weezer (1994)


Sabotage - Beastie Boys (1994)


It's Oh So Quiet - Bjork (1995)


Crush Whit Eyeliner - R.E.M. (1995)


Drop - The Pharcyde (1996)


Da Funk - Daft Punk (1997)


Electrobank - The Chemical Brothers (1997)


Weapon Of Choise - Fatboy Slim (2000)


Y Control _ Yeah Yeah Yeahs (2004)


Obs: Alguns links não consegui fazer com que abrissem direto no blog, mas valem a pena a visualização......

terça-feira, 30 de março de 2010

Freak - Susan Boyle e Rage Against The Machine

Freak!!!

Zack de la Rocha, vocalista do Rage Against The Machine, convidou a cantora Susan Boyle para um dueto na música “Killing In The Name”. De acordo com Zack “Susan é uma ótima cantora e pode colocar sua voz em qualquer música”.

Para quem ficou fora da galáxia nos últimos anos, esse é o Rage Against The Machine


E essa é Susan Boyle


No mínimo freak!

Slash and friends _ ATUALIZADO!



Mais Slash.

O guitarrista está lançando seu primeiro disco solo e surpreendeu chamando artistas tão diversos como: Adam Levine (Maroon 5), Lemmy Killmister (Motorhead), Fergie (Black Eye Peas) entre outros...

Pela prévia ouvida no blog do Maia http://blogdomaia.blog.uol.com.br/ , o resultado é extremamente positivo.

É isso aí! Bola pro mato que o jogo é de campeonato.

Segue abaixo a lista das músicas:

1. Ghost (Ian Astbury/Izzy Stradlin) 3:34
2. Crucify The Dead (Ozzy Osbourne) 4:04
3. Beautiful Dangerous (Fergie) 4:35
4. Promise (Chris Cornell) 4:41
5. By The Sword (Andrew Stockdale) 4:50
6. Gotten (Adam Levine) 5:05
7. Doctor Alibi (Lemmy Kilmister) 3:07
8. Watch This (Dave Grohl/Duff McKagan) 3:46
9. I Hold On (Kid Rock) 4:10
10. Nothing To Say (M. Shadows) 5:27
11. Starlight (Myles Kennedy) 5:35
12. Saint Is A Sinner Too (Rocco De Luca) 3:28
13. We're All Gonna Die (Iggy Pop) 4:30

http://www.slashonline.com/


http://www.myspace.com/slash


http://pt.wikipedia.org/wiki/Slash_&_Friends

Go Slash, Go!


LINK PARA DOWNLOAD DO DISCO COM BÔNUS

segunda-feira, 29 de março de 2010

Voltar a sentir o prazer de tocar


Conforme o tempo foi passando, minhas responsabilidades foram aumentando e o MEU tempo livre foi ficando cada vez mais curto. E com isso quem sofreu, além de minhas pessoas queridas, foram os meus instrumentos.

Meu, violão, minha guitarra, meu ampli e meu pedal de efeitos pareciam me olhar e quase pedir para tocá-los, mesmo sabendo que deles sairiam mais barulho do que propriamente música.

Mas já faz um tempo que consegui de novo um pouco de folga, passo um bom tempo livre agora e descobri um vírus muito do desgraçado, a preguiça...

Nunca tive a mente boa para guardar acordes e letras, mas nunca fui de deixar de procurar uma tablatura ou cifra de uma música que eu ouvi e gostei. Pois nesses meses que já se seguem estava totalmente desmotivado e preguiçoso para simplesmente clicar na net e googar algo do tipo.

Perceberam que digitei estava desmotivado? Pois é, estava porque hoje aconteceu algo muito maravilhoso.

Fazendo o post sobre o Liam resolvi listar, de cabeça, dez músicas do Oasis, de bate-pronto. Delas fiz uma lista e botei pra tocar.

Podem criticar o Oasis, mais precisamente Noel, de qualquer coisa mas as músicas que ele faz grudam na cabeça, nos fazem assobiar e, quem toca, faz com que você corra para o violão e dedilhe seus acordes fáceis, mas majestosos, suas frases simples, mas que acertam em cheio o coração e a alma de quem as escuta.

Obrigado Oasis, por trazer de volta o prazer de arranhar as cordas da guitarra, de ouvir o zunido do amplificador e de sorrir depois de conseguir seguir à risca um solo de vocês (mesmo que tudo isso tenha sido dentro de um quarto, de portas fechadas e com os fones no ouvido – Já são quase meia noite!)

Abraço!

E Liam não deixa barato

Esses garotos e seus caprichos....

Liam não ia ficar fora dos holofotes depois que seu irmão apresentou-se com competência no Royal Albert Hall. Espero que, como disse no post anterior, possamos ter duas formidáveis bandas para admirar...

http://musica.uol.com.br/ultnot/2010/03/29/com-ex-integrantes-do-oasis-nova-banda-de-liam-gallager-comeca-a-gravar-album-em-abril.jhtm


Como ainda não temos registro de apresentações ao vivo de Liam e CIA, ficamos com essa excelente performance de "Cast No Shadow" nos anos de ouro da banda.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Noel se mexe

Ainda bem! Afinal, a vida continua....

Vamos esperar agora a resposta do Liam, quem sai ganhando nessa briga somos nós, que podemos apreciar a qualidade dos dois irmãos em separado, e sem brigas!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Slash


A passagem do Guns N’ Roses no Brasil me trouxe na memória outra apresentação, a doVelvet Revolver, que abriu o show do Aerosmith em 2007.

Naquela ocasião o que mais chamou a atenção, fora a banda Aerosmith, é claro! Foi a presença do indefectível Slash.

Cartola na cabeça, cigarrinho no canto da boca, Les Paul lá em baixo, solos teoricamente fáceis, mas que ninguém consegue copiar. Slash simplesmente arrebenta nas apresentações em que faz, independente da banda que o acompanha ou que ele acompanha.

Nasceu Saul Hudson e tornou-se Slash depois de ganhar a sua primeira guitarra e fazer amizade com outro pilar do Guns, Izzy Stradlin. Juntos eles formaram a base musical da banda de Axl e não por acaso depois da saída de ambos o musgo tomou conta do GNR.

Como dito anteriormente o seu estilo, tecnicamente falando, não tem segredos. É a escala pentatônica e suas variações. Porém, junto com isso vem uma dose cavalar de feeling e punch que acabam com qualquer ouvido treinado. Slash consegue com muito pouco fazer muito. E isso é para poucos!!!

Sua grande companheira são as guitarras Gibson, em especial as modelo Les Paul. Junta-se ao time um amplificador Marshall e o círculo está fechado.

Os atuais guitarristas do Guns são três e mostram ter competência técnica de sobra, mas em nenhum momento demonstram a naturalidade, a sobriedade na tocada e no feeling demonstrado por Slash ao longo dos anos de banda. Incomparável.

Slash, do blues ao punk. Rock n’ roll





 

sexta-feira, 12 de março de 2010

Pelo direito de terminar bem a semana

Comecei a minha sexta-feira horrivelmente, mas não quero terminá-la desse jeito, então, pelo direito de terminar bem a semana vai aí uma pílula contra todos os males do mundo, é só clicar no play....

Abraço à todos!

LUTO - GLAUCO

 
"Perdi boa parte da minha história com a morte do Glauco", assim referiu-se o cartunista Angeli à morte do amigo e também cartunista Glauco e de seu filho Raoni, nessa madrugada, em Osasco, depois de uma tentativa de assalto ainda mal explicada.

Posso colocar as palavras do Angeli na minha boca não no que se refere a intimidade pessoal a respeito do Glauco, mas artisticamente. Sou muito influenciado pela obra desse que era um dos mais aloprados dos "Los Três Amigos". Junto com Angeli e Laerte, eles formaram o meu tripé no quesito quadrinho nacional.

Sua obra fluia de forma natural, quase infantil às vezes, mas que nos tocava e fazía-nos refletir com questões importantes da nossa vida.

Seu traço simples escondia a complexidade dos assuntos que tratava em suas tirinhas sempre com muito humor.

A brutalidade do caso choca e nos agride por mostrar o quanto fúteis somos diante da sociedade em geral. Não valemos nada, independente do quanto importante somos para as pessoas ao nosso redor.

Sem saber, Glauco era e ainda é importante para muitas pessoas e as suas tirinhas farão muita falta no meu cotidiano.

Fica aqui os meus pêsames para a família e junto a minha força espiritual para que passem com muita força por esse momento terrível em suas vidas.

......

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/03/12/cartunista-glauco-e-assassinado-em-osasco-na-grande-sao-paulo.jhtm

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u705881.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u705885.shtml


quinta-feira, 11 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Baden Powell - Vídeos

No post anterior tive problemas para postar vídeos do Baden em ação, então, lá vai!

http://www.youtube.com/watch?v=GWQ1boH70BM


http://www.youtube.com/watch?v=Qiv47G_aN4c&feature=related

Baden Powell e a minha ignorância



Ontem minha esposa recebeu um CD da Folha de São Paulo, da coleção 50 anos de Bossa Nova. Era a edição número 4 e o artista de vez era Baden Powell

Ok, abrimos e deixamos de lado. Não é de hoje que o meu interesse por Bossa Nova é ZERO.

Depois, com cuidado, fui abrindo o CD, que veio em formato de livrinho, capa dura, coisa fina, o CD em formato de LP com os riscos das faixas e tudo, uma graça.

Comecei a ler a mini biografia do violonista, escrita por Ruy Castro e me senti tentado a ouvir aquele que intitulam ser o melhor violonista brasileiro e provavelmente do mundo.

Logo na introdução de “Valsa de Eurídice” me senti um ignorante, como não posso conhecer a obra desse homem? Já sabia da existência e da importância de Baden Powell para a música popular brasileira e para o violão mundial, mas NUNCA tinha ouvido uma música sequer desse monstro!

A qualidade técnica, a emoção imposta em cada nota, a perfeição dos acordes... Tudo é tão maravilhoso!

“Apelo” a segunda música do CD é de emocionar, e segue emocionando, alegrando, entristecendo e mais do que isso, entorpecendo a mente com uma qualidade musical que transpõe estilo, idade, gostos...

Ao chegar em “Lamentos” já estou completamente hipnotizado por essa figura, nascida Baden Powell de Aquino em Varre Sai (RJ) no dia 6 de Agosto de 1937 e morto no Rio de Janeiro (RJ) em 26 de Setembro de 2000.

Senhor Baden Powell, minhas sinceras desculpas pela ignorância em simplesmente ignorar o seu trabalho durante tanto tempo. Compensarei esse tempo perdido, prometo...

FAIXAS

1. Valsa de Eurídice
2. Apelo
3. Chuva
4. Deixa
5. Tempo Feliz
6. Lamentos
7. ... Das Rosas
8. Garota de Ipanema
9. Canto de Ossanha
10. Coisa nº 2

Para saber mais, acessem

http://www.badenpowell.com.br/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Baden_Powell_(violonista)

terça-feira, 9 de março de 2010

Guns no Brasil

A cambada já chegou, e tocou em Brasília, quer saber como foi?

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,guns-nroses-recorre-a-efeitos-para-agradar-publico,521624,0.htm

Ainda tocam em outras cidades, saiba quis no link abaixo

http://www.gunsnrosesbrasil.com/news_desc.asp?id=891


segunda-feira, 8 de março de 2010

Prepare o seu bolso

Via Funchal - SP
http://www.viafunchal.com.br/



B.B. King

19 e 20/ 03 às 21h30

http://www.bbking.com/




Franz Ferdinand

23/03 às 22h00

http://www.franzferdinand.co.uk/




Social Distorcion

17/04 às 22h00

http://www.socialdistortion.com/




Roger Hodgson (Supertramp)

14/05 às 22h00

http://www.rogerhodgson.com/



ZZ Top

20/05 às 22h00

http://www.zztop.com/



Johnny Winter

22/05 às 22h00

http://www.johnnywinter.net/welcome/




Creedence Clearwater Revisited

20/11 às 22h00

http://www.creedence-revisited.com/





Credicard Hall – SP
http://www.credicard.com.br/credicardhall/home/index.htm



Placebo

17/04 às 22h00

http://www.placeboworld.co.uk/




Korn

21/04 às 21h30

http://modlife.com/korn




Moby

23/04 às 22h00

http://www.moby.com/



Trilha Sonora - Férias Frustradas de Verão


James Brennan é um rapaz recém formado que sonha em ser um escritor. Para isso ele almeja uma pós-graduação, mas dificuldades financeiras o impedem.

Para realizar seu sonho ele emprega-se em um parque de diversões falido, o Adventureland do título original. Lá ele encontrará muito mais do que apenas o dinheiro que necessita.

Basicamente esse é o enredo de “Férias Frustradas De Verão”. Comédia dramática baseada no final dos anos 80 (mais precisamente o verão de 1987).

O filme em si é legal, mas passaria despercebido se a trilha sonora não fosse tão boa!

Já começa arrebentando com Here She Comes Now, do Velvet Underground, banda que permeia todo o filme e conseqüentemente a trilha sonora.

Temos ainda The Replacements, Hüsker Du, Bowie (óbvio), The New York Dolls e Yo La Tengo que assina toda a trilha.

Discaço!

Segue abaixo a trilha oficial

1. "Satellite of Love" Lou Reed

2. "Modern Love" David Bowie

3. "I'm in Love with a Girl" Big Star

4. "Just Like Heaven" The Cure

5. "Rock Me Amadeus" Falco

6. "Don't Change" INXS

7. "Your Love" The Outfield

8. "Don't Dream It's Over" Crowded House

9. "Looking for a Kiss" New York Dolls

10. "Don't Want to Know if You Are Lonely" Hüsker Dü

11. "Unsatisfied" The Replacements

12. "Pale Blue Eyes" The Velvet Underground

13. "Farewell Adventureland" Yo La Tengo

14. "Adventureland Theme Song" Brian Kenney & Ian Berkowitz


http://en.wikipedia.org/wiki/Adventureland_(film)

Nota: Mas que diabo de “Férias Frustradas de Verão” tem a ver com “Adventureland”? O título em português mais parece uma continuação dos filmes do Chevy Chase!! Ao assistir ao filme você percebe que Adventureland tem tudo a ver com o contexto da história. Ai, ai Brasil!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Trilha Sonora (Prévia) - The Runaways


Acabo de ver a prévia de músicas da trilha sonora do filme The Runaways... Tô louco pra ouvir a Dakota Fanning e a Kristen Stewart cantarem as músicas da banda, isso mesmo, elas é que irão cantar quatro das músicas na trilha!!

No mais fiquei um pouco decepcionado, todos sabemos que não poderia faltar Bowie, Pistols etc, mas.... Poderiam pegar outras músicas dos caras né?

Segue abaixo a trilha

1. Nick Gilder - Roxy Roller

2. Suzi Quatro - The Wild One

3. MC5 - It's A Man's Man's Man's World

4. David Bowie - Rebel Rebel

5. Dakota Fanning - Cherry Bomb

6. The Runaways - Hollywood

7. Dakota Fanning - California Paradise

8. The Runaways - You Drive Me Wild

9. Dakota Fanning & Kristen Stewart - Queens of Noise

10. Kristen Stewart & Dakota Fanning - Dead End Justice

11. The Stooges - I Wanna Be Your Dog

12. The Runaways - I Wanna Be Where The Boys Are (Live)

13. Sex Pistols - Pretty Vacant

14. Joan Jett - Don't Abuse Me

Não sabe quem foram as Runaways? Ok, ok, descubra nos links abaixo

http://www.blogger.com/goog_1268081674835


http://www.blogger.com/goog_1268081674835


http://www.blogger.com/goog_1268081674835


http://br.noticias.yahoo.com/s/03032010/11/entretenimento-cinema-atrizes-cantam-the-runaways.html

Agora que já sabe, babe....





segunda-feira, 1 de março de 2010

Trlha Sonora: "Lords Of Dogtown"




Você gosta de skate? Então é obrigatório que você saiba que são esses três caras, Stacy Peralta, Tony Alva e Jay Adams.

Esses três representantes do Z-Boys, galera da Califórnia surgida do bairro barra pesada Dogtown, praticamente redefiniu a palavra skate e colocou em prática tudo o que vemos nele hoje como esporte. Antes deles skate era somente uma alternativa sobre rodas para os dias sem surfe.

Stacy e Tony fizeram fama e dinheiro com o skate enquanto Jay, o mais gênio de todos sucumbiu as drogas e ao crime, resultados diretos de uma infância difícil e de uma personalidade forte, mas combalida.

Tudo isso pode ser visto nas telas no documentário “Dogtown e Z-Boys” (2001) e no longa de 2005 “Os reis de Dogtown”.

É do longa que tiro essa trilha sonora, recheada de clássicos do final dos 60, passando pelos anos 70 (época em que o filme se passa).

Nela temos um resumo da boa música dessas décadas representada por: Nazareth, Foghat, Sweet, The Allman Brothers Band, Hendrix, David Bowie, T. Rex, Iggy Pop e por aí vai.

Dica: Comece vendo o documentário, com narração do Sean Penn e só depois veja o filme. Nesse meio vá escutando a trilha e se encantando com o que hoje chamamos de “indústria do skate”....


Essa chuvinha que está caindo na capital de SP me deixou meio down nessa manhã de segunda feira, folga do trabalho... Fiquei na cama, sapeando sites sobre nada e nada...

Aí deu fome, levantei, fui botar um som e... Descobri Valley of Neptune, novo (?) single do fantástico Jimi Hendrix.

O Sol saiu na mesma hora!! Pelo menos para mim, a adrenalina subiu no mesmo instante! Como é bom ouvir coisas boas e novas (?). Sim, novas, pois essa é uma das faixas que farão parte do novo álbum de inéditas do deus da guitarra.

Três minutos e cinqüenta e quatro segundos de Sol aqui em casa, então, a chuvinha voltou...

sábado, 2 de janeiro de 2010

Soundgarden retornando, mais uma jogada de Mr. Cornell?


No site oficial de Chris Cornell, antigo vocalista do Soundgarden, banda seminal do movimento grunge de Seatlle nos anos 90 e que estava de portas fechadas desde 97, é possível ler uma mensagem clara sobre retorno da banda para 2010.


A mesma mensagem pode ser encontrada aqui http://www.soundgardenworld.com/

Em 1997, quando a banda "acabou", fiquei muito triste. Gostava muito do estilo, do som e também dos integrantes, todos "cool" e sempre com boas melodias e letras em suas músicas.

Mas parecia que o Soundgarden estava pequeno para Chris Cornell e suas ambições planetárias. O vocalista parecia ter encarnado algum tipo de trovador, nos moldes de Richard Aschcroft, mas sem o carisma natural e a habilidade para composição que tal artista precisa ter. O resultado? Fiasco! Caiu em um limbo que só o Audioslave pôde tirá-lo.

Uma grande jogada de marketing. Pegou-se uma banda despedaçada mas ainda fresca na mídia (o Rage Against The Machine) e juntou-se a um bom vocalista/ letrista, com apelo pop, bonito e incansável na tentativa de reanimar-se junto ao seu público. O resultado foi muito bom pelas circunstâncias mas, novamente, o ego de Chris pareceu não aguentar e o Audioslave se foi....

O vocalista então juntou-se ao produtro Timbaland (Justin Timberlake e outros no currículo) e criou o que pode ser considerado um ultraje ao raciocínio de qualquer fã daquele período fantástico que foi os anos 90.

O resultado pode ser conferido abaixo.


O que quer então Chris com a volta do Soundgarden? Outra jogada de marketing? Eu, que de bobo não tenho nada, desconfio até o último fio de cabelo (apesar de já estarem no fim!) mas, o julgamento precoce pode voltar-se contra o julgador então, esperaremos para ver porém, o tempo tem dito que no calor da fama o belo e egocêntrico Chris Cornell olha mesmo é para o próprio umbigo...